Cafeterias e torrefações de todo o Brasil podem apresentar, até 30 de outubro, projetos para adquirir cotas dos cafés campeões do 14º Prêmio Região do Cerrado Mineiro. A iniciativa cria um novo canal de aproximação entre os lotes vencedores, o mercado brasileiro e o consumidor, ampliando as oportunidades de valorização dos produtores e da origem.
Para participar, as empresas deverão mostrar como pretendem trabalhar os cafés adquiridos e contar a história por trás de cada lote. As propostas podem incluir ações de storytelling em embalagens, eventos de lançamento, degustações dirigidas, materiais educativos e de comunicação e outras iniciativas capazes de aproximar o consumidor do produtor, da propriedade e da Região do Cerrado Mineiro.
“Queremos aproximar ainda mais os cafés premiados da Região do Cerrado Mineiro do consumidor brasileiro. Ao criar essa conexão com cafeterias e torrefações, damos às empresas acesso a microlotes reconhecidos pela qualidade e, ao mesmo tempo, criamos espaço para que a história do produtor, da propriedade e da nossa origem seja contada. É uma forma de transformar o reconhecimento conquistado no Prêmio em novas oportunidades de valorização para quem produz e para toda a região”, afirma Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.
Cotas dão acesso aos cafés campeões
Cada categoria terá três cotas disponíveis. Nas categorias Café Natural, Cereja Descascado e Fermentado, cada cota dará direito a 60 quilos de café no total, sendo 20 quilos do lote classificado em primeiro lugar, 20 quilos do segundo colocado e 20 quilos do terceiro.
Os valores serão calculados de acordo com a classificação de cada café. A saca de 60 quilos terá como referência a cotação da Bolsa de Nova York + 300 para o primeiro colocado, Nova York + 200 para o segundo e Nova York + 120 para o terceiro. Para os cafés campeões da categoria Doce Cerrado Mineiro, a referência comercial será Nova York + 50.
Mais do que adquirir os cafés premiados, as empresas selecionadas deverão colocar em prática o projeto apresentado durante a inscrição. As ações desenvolvidas a partir dos lotes deverão dar visibilidade ao produtor, à fazenda e à Região do Cerrado Mineiro, além de utilizar o selo da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro.











