A Santa Casa de Patrocínio divulgou, nesta quinta-feira (20/8), uma nota oficial sobre o atendimento prestado à jovem gestante Nayara Oliveira Silva, que morreu após passar pela instituição. O hospital informou que, desde o falecimento da paciente, realiza uma apuração interna sobre todo o atendimento prestado a ela durante o período em que esteve internada.
Segundo a instituição, Nayara foi “corretamente amparada” durante toda a internação e acompanhada de perto pelos profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento.
A Santa Casa também informou que atendeu às solicitações feitas pelos órgãos públicos competentes e, dentro de suas atribuições institucionais, buscou prestar o auxílio necessário à família da paciente.
Na nota, o hospital destacou que, desde o início, adotou uma postura de respeito aos familiares, diante da situação de dor provocada pela morte da paciente. A instituição também pediu serenidade, empatia e respeito à privacidade de Nayara e de seus familiares.
O hospital afirmou ainda que não divulgará informações relacionadas a dados sensíveis da paciente, em respeito à legislação de proteção de dados e às normas éticas que envolvem o sigilo médico.
A Santa Casa também declarou que não compactua com a divulgação inadequada de documentos protegidos por sigilo médico nem com a exposição de dados sensíveis da paciente.
Investigação da Polícia Civil
De acordo com a instituição, o caso está sendo apurado pela Polícia Civil de Minas Gerais. O trabalho necroscópico foi iniciado, mas ainda não foi concluído, pois materiais biológicos foram encaminhados para Belo Horizonte para a elaboração dos respectivos laudos.
A Santa Casa informou que toda a documentação médica relacionada ao atendimento de Nayara já está em posse da Polícia Civil. As imagens do sistema de segurança do hospital também foram disponibilizadas para auxiliar na investigação.
O hospital afirmou que, após a conclusão da apuração pela Polícia Civil, poderá voltar a se manifestar sobre o caso, sempre respeitando os limites legais relacionados ao sigilo médico.
Até a conclusão da investigação, a Santa Casa informou que não pretende divulgar novas informações sobre o caso, justificando a decisão pelo respeito à família da paciente e às normas éticas de sigilo.
A morte de Nayara Oliveira Silva e de sua filha Ayla gerou manifestações de familiares e moradores, que questionaram o atendimento recebido pela gestante. As alegações apresentadas pela família são objeto de apuração pelas autoridades competentes.
Confira a nota na íntegra.
O Hospital Santa Casa de Patrocínio informa que, desde o falecimento da Sra. Nayara Oliveira Silva passou a realizar intensa apuração interna sobre todo o atendimento prestado à paciente durante o período em que esteve na instituição.
De início, a instituição deixa muito claro que a paciente foi corretamente amparada em todo o momento da internação, sendo acompanhada de perto pelos respectivos profissionais de saúde.
Além disso, atendeu todas as solicitações realizadas pelos órgãos públicos competentes e, dentro de sua razão institucional, buscou prestar todo o auxílio necessário à família da paciente.
Desde o início, o hospital agiu em total respeito à família da paciente, buscando amenizar a dor de todos os envolvidos. O momento exige serenidade, empatia, bem como o respeito à privacidade da paciente falecida e de seus familiares.










