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Mega carreta de 242 toneladas e 66 metros de comprimento passou pela BR-365, em Patrocínio, e seguirá viagem rumo a Anápolis neste sábado

Inspetor da PRF explica os cuidados necessários durante o deslocamento e orienta motoristas sobre ultrapassagens.

7 de novembro de 2026

Mega carreta de 242 toneladas e 66 metros de comprimento passou pela BR-365, em Patrocínio, e seguirá viagem rumo a Anápolis neste sábado
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Uma mega carreta transportando uma carga especial, com peso total de 242 toneladas, incluindo o conjunto de veículos, passou por Patrocínio nesta sexta-feira (6), chamando a atenção de motoristas pelas dimensões da composição, que possui 66 metros de comprimento.

 O transporte saiu do Porto de Santos, no litoral paulista, e tem como destino a cidade de Anápolis, em Goiás. A carga, que pesa 97 toneladas, será utilizada em uma torre industrial da IBG (Indústria Brasileira de Gases), empresa localizada no município goiano.

 O deslocamento contou com uma operação de escolta envolvendo equipes da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que se revezam ao longo do percurso para garantir a segurança do transporte.

 A primeira equipe acompanhou a composição pela BR-352, a partir do quilômetro 203, em Campina Verde. Por volta das 10h37, a escolta foi finalizada no trevo de acesso a Patos de Minas.

 A partir das 13h, a operação passou para a responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal, que assumiu o acompanhamento pela BR-365. A mega carreta chegou a Patrocínio por volta das 16h35, após passar pelo trevo de Guimarânia.

Em entrevista ao Patrocínio Online, o inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Lauro Queiroz, explicou que a PRF foi responsável por realizar a escolta em apoio à empresa encarregada do transporte da carga, que saiu do Porto de Santos (SP) com destino a Anápolis (GO).

 Segundo o inspetor, as equipes da PRF estão se revezando ao longo do percurso, conforme a localização dos municípios, para garantir o acompanhamento e a segurança do deslocamento.

 Lauro destacou que, pelas dimensões e pelo peso da composição, o transporte exige cuidados especiais. A velocidade de deslocamento é restrita e depende de diferentes fatores, como as condições da rodovia, o trânsito e o clima. Em caso de chuva, por exemplo, a carreta não pode seguir viagem.

 O inspetor também explicou que a velocidade é definida em conjunto com a equipe técnica responsável pelo transporte, buscando um equilíbrio entre as características da carga, a fluidez do trânsito e, principalmente, a segurança viária.

Após a passagem por Patrocínio, a previsão era de uma parada no quilômetro 479, no Posto Doidão. Conforme o planejamento informado pelo inspetor, a operação deverá ser retomada neste sábado (7), com continuidade até o Posto Santa Fé, no quilômetro 552, nas proximidades de Uberlândia. Nesse trecho, outra equipe da PRF deverá assumir a escolta, dando sequência ao revezamento.

 Orientação aos motoristas

Durante a entrevista, Lauro Queiroz pediu paciência e colaboração aos motoristas que encontrarem a mega carreta durante o trajeto.

 O inspetor alertou que a velocidade reduzida da composição pode provocar congestionamentos e exigir mais atenção dos condutores, principalmente em relação às ultrapassagens. Ele reforçou a importância de respeitar as normas de trânsito, a sinalização e as orientações dos policiais e da equipe técnica responsável pelo transporte.

 Lauro ressaltou que ultrapassagens imprudentes podem aumentar os riscos de acidentes, especialmente diante de uma carga com dimensões tão expressivas.

 O inspetor também explicou que a velocidade da carreta é ajustada conforme as condições encontradas durante o percurso. A equipe busca um consenso com os responsáveis técnicos para manter um ritmo adequado, sem comprometer a segurança dos demais usuários da rodovia.

 Ao final da entrevista, Lauro agradeceu o espaço concedido pelo Patrocínio Online para levar as orientações aos motoristas e reforçou que a colaboração de todos é fundamental para que o transporte seja realizado com segurança.

 “Pedimos que as pessoas tenham um pouco mais de paciência, porque, no fim, todo mundo vai chegar bem em casa”, destacou o inspetor.

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