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Gerente de Compras da Expocacer analisa cenário do mercado e oportunidades para produtores durante o 34º Seminário do Café
Economia

Gerente de Compras da Expocacer analisa cenário do mercado e oportunidades para produtores durante o 34º Seminário do Café

Gerente de Negócios/Compras de Café, Wellis Caixeta, comentou sobre preços, cotação internacional e estratégias de comercialização.

24 de setembro de 2026

Durante a realização do 34º Seminário do Café, em Patrocínio (MG), o Patrocínio On-Line esteve no estande da Expocaccer e conversou com Wellis Caixeta, gerente de Negócios/Compras de Café da cooperativa. A empresa, que é parceira do evento desde os primeiros anos, participa mais uma vez da programação oferecendo suporte aos produtores e apresentando oportunidades de negócios.

Segundo Wellis, a participação da Expocaccer reforça a parceria histórica com o Seminário do Café e com o desenvolvimento da cafeicultura do Cerrado Mineiro.

“É uma satisfação mais uma vez, em nome da equipe da Expocaccer, estar junto com vocês em mais uma edição do Seminário do Café. A Expocaccer é parceira desde a fundação da cooperativa”, destacou.

Mercado do café

Durante a entrevista, Wellis comentou sobre o cenário atual do mercado de café. Segundo ele, os preços recuaram um pouco nos últimos 30 dias, mas o momento ainda apresenta oportunidades para os produtores, principalmente quando considerados os custos de produção e as estratégias de comercialização.

“Hoje temos uma tendência de alta no mercado internacional. Neste momento, a bolsa trabalha em alta de aproximadamente 1%. Considerando o café e o dólar, é uma alta significativa”, explicou.

De acordo com o gerente, o mercado naquele momento trabalhava em torno de R$ 1.600 a R$ 1.650 para a bica fina. Ele ressaltou que os produtores tiveram a oportunidade de realizar vendas em níveis de preços ainda mais elevados no início da safra, mas avaliou que os valores atuais continuam apresentando condições interessantes quando comparados aos custos de produção.

Wellis também destacou a cotação internacional do café, que naquele momento estava em aproximadamente US$ 330.

“É um momento interessante pensando na remuneração do produtor”, afirmou.

Seminário reúne empresas e oportunidades para produtores

Para Wellis, uma das propostas do Seminário do Café é justamente proporcionar um ambiente para a realização de negócios e aproximar produtores de empresas que atuam em diferentes segmentos da cadeia produtiva.

O evento reúne empresas de máquinas, produtos e serviços voltados à cafeicultura, além de apresentar alternativas de negociação, entre elas o barter.

História do Café do Cerrado

Wellis também relembrou sua relação com o Seminário do Café, que acompanha há 34 anos, e destacou a evolução da cafeicultura regional e a construção da identidade do Café do Cerrado Mineiro.

Segundo ele, nos primeiros anos do evento havia o sonho de alcançar uma cotação de US$ 100 para o café. Atualmente, a cotação internacional mencionada durante a entrevista estava em aproximadamente US$ 330.

O gerente destacou ainda a importância do trabalho desenvolvido ao longo das décadas para fortalecer a marca e a identidade do café produzido na região.

“Eu acompanho a história do Café do Cerrado desde o início, desde o primeiro Seminário do Café. Naquela época foi criada a marca Café do Cerrado. Até então, havia a marca Café do Brasil, que era muito importante, mas não havia uma denominação de origem regional para o café”, relembrou.

Para Wellis, o fortalecimento da cafeicultura regional ocorreu a partir do trabalho conjunto de associações, cooperativas e produtores.

“O sonho que a gente sonha sozinho é apenas um sonho, mas o sonho sonhado junto se torna uma realidade grande como essa”, afirmou.

Rastreabilidade e sustentabilidade

Wellis ressaltou que a Região do Cerrado Mineiro possui atualmente reconhecimento internacional por sua produção de café e destacou a importância da rastreabilidade e da sustentabilidade na cadeia produtiva.

Segundo ele, uma parcela dos cafés comercializados pela Expocaccer segue com rastreabilidade e identificação de origem, atendendo também à demanda de consumidores que procuram produtos com essas características.

“Hoje a gente vê realmente um trabalho diferenciado dos cooperados da Expocaccer e dos produtores da região no sentido da sustentabilidade, não somente da produção, mas da rastreabilidade e, principalmente, da sustentabilidade”, destacou.

Ao final da entrevista, Wellis convidou produtores e visitantes a conhecerem o estande da Expocaccer e as oportunidades apresentadas durante o 34º Seminário do Café.

“Venham para o Seminário, venham conhecer. Temos diversas empresas, opções de preços interessantes e aproveitar também a temática, que está muito rica neste 34º Seminário do Café”, concluiu.

Unimed Patrocínio
34º Seminário do Café do Cerrado é aberto em Patrocínio com foco em inovação, negócios e fortalecimento do setor
Economia

34º Seminário do Café do Cerrado é aberto em Patrocínio com foco em inovação, negócios e fortalecimento do setor

Evento reúne produtores, cooperativas, empresas e entidades; cafeicultura enfrenta desafios como crédito caro e custos de produção

24 de setembro de 2026


O 34º Seminário do Café do Cerrado foi aberto oficialmente na noite de terça-feira 22/9, na Arena Cerrado, em Patrocínio. O evento reúne produtores, empresas, cooperativas, entidades, profissionais e representantes da cadeia produtiva do café em uma programação voltada ao conhecimento, inovação, negócios e fortalecimento da cafeicultura do Cerrado Mineiro.

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Durante a solenidade de abertura, foi realizada a entrega da Comenda Alysson Paolinelli ao cafeicultor Maurício Queiroz, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição para o setor.

O presidente da ACARPA – Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio, Luidgi Nascimento, ressaltou a importância do evento como espaço de relacionamento, conexão e realização de negócios. Segundo ele, a programação também representa uma oportunidade para demonstrar a força da cafeicultura e do agronegócio desenvolvido no interior.

Ao abordar o cenário enfrentado pelo setor, Luidgi destacou desafios como a dependência da importação de fertilizantes, as oscilações nas cotações dos produtos e o custo elevado do crédito. Mesmo diante dessas dificuldades, afirmou que Patrocínio segue fortalecida e avançando na cafeicultura.

O prefeito de Patrocínio, Gustavo Brasileiro, destacou o compromisso do município com o fortalecimento da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, mencionando a cessão gratuita de um espaço para oferecer estrutura à entidade. Ele também ressaltou a força do café produzido na região e a participação de produtores, patrocinadores, empresas e da comunidade na realização do seminário.

Gustavo também citou os desafios enfrentados pelo agronegócio, como a dependência da importação de fertilizantes, as oscilações nas cotações e o custo elevado do crédito. Para o prefeito, mesmo diante desse cenário, a realização do seminário demonstra que Patrocínio segue firme, fortalecida e avançando na cafeicultura.

O diretor-presidente executivo da Expocaccer, Simão Pedro de Lima, destacou a participação da cooperativa ao longo das edições do seminário e ressaltou a evolução da cafeicultura do Cerrado Mineiro.

Ele também enfatizou a importância da união entre os diferentes elos da cadeia produtiva, envolvendo produtores, indústria, cooperativas, entidades e instituições. Segundo Simão Pedro, o Cerrado Mineiro transformou produção em qualidade, procedência em origem e café em identidade, consolidando a importância da região para a cafeicultura.

Durante sua fala, a presidente do Sicoob Coopacredi, Viviane Michelle Rodrigues, destacou a participação da cooperativa desde a primeira edição do Seminário do Café. Ela ressaltou a importância de oferecer soluções financeiras aos produtores diante do cenário de juros elevados e anunciou uma linha voltada ao financiamento de certificações, com condições subsidiadas e recursos acessíveis para interessados em buscar certificações no agronegócio.

A representante também destacou a importância do fortalecimento do território do Cerrado Mineiro e convidou os participantes para a programação desta quarta-feira (23), que contará com o encontro de mulheres do setor.

Viviane Michelle Rodrigues, destacou que a cooperativa é uma das apoiadoras do Seminário do Café desde a primeira edição. Ela também ressaltou os 35 anos de história da instituição, construída inicialmente por 20 produtores rurais, e a importância das cooperativas e associações para o fortalecimento do território do Cerrado Mineiro.

A presidente destacou ainda a presença do café produzido em Patrocínio nas agências do Sicoob Coopacredi em Minas Gerais, Goiás e Bahia, reforçando o orgulho da cooperativa em participar de todas as edições do Seminário do Café. Segundo ela, o evento é importante para a cafeicultura regional e nacional, além de contribuir para a oferta de soluções financeiras aos produtores.

O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, também participou da solenidade e destacou questões relacionadas ao cenário e aos desafios enfrentados pela cafeicultura.

Gláucio de Castro, presidente da Federação dos Cafeicultores da Região do Cerrado, também fez uso da palavra durante a solenidade. Em seu discurso, destacou a importância da união entre os representantes da cadeia produtiva e do fortalecimento da cafeicultura do Cerrado Mineiro.

Renato Moreira, analista técnico do Sebrae, também fez uso da palavra durante a solenidade, destacando a importância das parcerias e das iniciativas voltadas ao desenvolvimento e fortalecimento da cafeicultura e do agronegócio na região.

O presidente da Câmara Municipal de Patrocínio, Nikolas Elias, também participou da solenidade de abertura, que reuniu representantes do poder público, entidades, cooperativas, empresas e instituições ligadas à cafeicultura. Representantes de entidades parceiras e empresas que apoiam o seminário fizeram uso da palavra e destacaram a importância do evento para aproximar produtores, empresas e instituições, fortalecer relacionamentos, ampliar oportunidades de negócios e contribuir para o desenvolvimento da cafeicultura do Cerrado Mineiro, reforçando a união entre os diferentes segmentos da cadeia produtiva.

Após a solenidade, o professor Marcos Fava Neves ministrou a Palestra Magna, com o tema “O futuro do Agro e Produtores Vencedores”, abordando perspectivas e desafios para o agronegócio.

A programação da noite foi encerrada com o Festival de Pratos Típicos Café em Evidência, que marcou a retomada da iniciativa de valorização da gastronomia regional, com receitas que utilizam o café do Cerrado Mineiro como ingrediente de destaque.

O 34º Seminário do Café do Cerrado prossegue nesta quarta-feira (23) e quinta-feira (24), com simpósios, painéis técnicos, encontros, palestras e atividades voltadas à cafeicultura.

A programação reúne diferentes representantes da cadeia produtiva e busca promover conhecimento, relacionamento, negócios e discussões sobre os caminhos e desafios da cafeicultura do Cerrado Mineiro.

Inova
Como a inteligência artificial pode aumentar o valor de uma empresa

22 de setembro de 2026


Durante muitos anos, o valor de uma empresa esteve associado principalmente a fatores como faturamento, rentabilidade, participação de mercado, ativos e perspectivas de crescimento. A Inteligência Artificial está acrescentando uma nova dimensão a essa equação. Quando aplicada de maneira estratégica, a IA pode modificar a capacidade de uma empresa de gerar resultados e, consequentemente, aumentar seu valor econômico.

Um dos caminhos mais evidentes é a melhoria das margens. Sistemas de IA podem assumir determinadas atividades que consomem tempo e recursos, permitindo que a empresa execute processos com uma estrutura mais eficiente. A redução de custos operacionais, quando sustentável, pode aumentar o EBITDA e gerar impacto direto sobre o valor do negócio.

A tecnologia também pode contribuir para aumentar receitas. Algoritmos podem auxiliar na identificação de clientes com maior potencial, na recomendação de produtos, na personalização de ofertas e na previsão de comportamento de consumidores. Para determinados modelos de negócio, essas aplicações podem elevar a conversão comercial e aumentar o valor gerado por cliente.

Outro efeito importante está na capacidade de crescimento. Uma empresa cuja operação consegue absorver um aumento significativo de clientes sem exigir expansão proporcional de sua estrutura pode apresentar maior escalabilidade. A IA pode contribuir para essa característica ao automatizar determinadas funções e ampliar a capacidade de atendimento, análise e execução.

Existe ainda um benefício menos imediato, mas potencialmente relevante: a redução da dependência de determinadas pessoas. Quando conhecimento operacional é transformado em processos, bases de dados e sistemas estruturados, parte do conhecimento que antes estava concentrado em indivíduos passa a integrar a própria organização. Isso pode tornar a empresa mais resiliente e facilitar sua continuidade.

Esses fatores ganham importância no momento de  vender uma empresa. Em um processo de M&A, o comprador normalmente analisa não apenas o desempenho histórico, mas também a capacidade futura de geração de caixa. Se a utilização de IA demonstrar potencial para elevar margens, sustentar crescimento ou aumentar a produtividade, seus efeitos podem ser incorporados às projeções financeiras utilizadas no valuation. Em determinadas situações, uma empresa com maior capacidade de crescimento e geração de resultados pode justificar um valor para vender uma empresa superior.

Adicionalmente, para a vender uma empresa por um valor elevado, é importantíssimo  contratar uma assessoria com foco em M&A, como a Capital Invest, uma das melhores Boutiques de M&A do Brasil.

A IA também pode aumentar o interesse de potenciais compradores por razões estratégicas. Uma companhia que desenvolveu aplicações próprias, acumulou dados relevantes ou incorporou inteligência artificial a processos críticos pode oferecer ao adquirente capacidades que seriam demoradas ou caras de desenvolver internamente. Nesse caso, o valor estratégico para determinado comprador pode superar o valor indicado exclusivamente pelos resultados financeiros atuais.

Por outro lado, compradores sofisticados não devem atribuir valor automaticamente à presença de IA. Durante a due diligence, será necessário verificar se os ganhos são efetivos, recorrentes e sustentáveis, além de avaliar propriedade intelectual, qualidade dos dados, segurança, dependência de fornecedores tecnológicos e capacidade da equipe de manter as soluções utilizadas.

A Inteligência Artificial, portanto, não deve ser tratada simplesmente como mais um investimento em tecnologia. Seu verdadeiro potencial econômico está em alterar a capacidade da empresa de produzir resultados, crescer e competir. Para o empreendedor, utilizar IA com essa perspectiva pode significar não apenas administrar melhor o negócio hoje, mas também construir uma empresa mais valiosa para uma futura venda.

Tendas São Bento
Cooperado da agência de Candói (PR) recebe prêmio de R$ 30 mil da Campanha Cooperar é Ganhar
Economia

Cooperado da agência de Candói (PR) recebe prêmio de R$ 30 mil da Campanha Cooperar é Ganhar

Cesar Bolardini foi contemplado no prêmio sorteado pela Cresol Vale das Águas PR/MG

19 de setembro de 2026


A Cresol Vale das Águas PR/MG realizou, na segunda-feira, dia 14 de setembro, a entrega de um prêmio de R$ 30 mil ao cooperado Cesar Bolardini, cooperado da agência de Candói (PR). A entrega foi marcada por uma surpresa preparada pela equipe da cooperativa para celebrar o momento junto ao cooperado.

Cesar foi contemplado no sorteio exclusivo de R$ 30 mil da Cresol Vale das Águas PR/MG, destinado aos cooperados que realizaram investimentos em RDC, Poupança ou Capital social na cooperativa e participaram da campanha Cooperar é Ganhar.

Investimentos garantiram números da sorte

O cooperado realizou investimentos em RDC, LCA e capital social, modalidades que garantiram sua participação na campanha. Na Cooperar é Ganhar, a cada R$ 100 investidos, o cooperado pessoa física recebe números da sorte para participar dos sorteios. Para pessoas jurídicas, é gerado um número da sorte a cada R$ 500 investidos. Quando o investimento é realizado em capital social, os números são em dobro.

A entrega do prêmio contou com a presença do presidente da Cresol Vale das Águas PR/MG, Sérgio Bukovski; dos conselheiros Eliane Brandelero, de Cantagalo (PR), e Álvaro Muzzolon, de Candói; e de Mariane Slociaki, gerente da carteira Pessoa Física da agência de Candói.

Cooperar é Ganhar valoriza quem coopera

Considerada a maior campanha de prêmios do cooperativismo de crédito do Brasil, a Cooperar é Ganhar tem como propósito valorizar os cooperados que utilizam as soluções financeiras da Cresol no dia a dia, além de fortalecer o cooperativismo e contribuir para que os recursos permaneçam circulando nas próprias comunidades.

Para Sérgio Bukovski, a campanha representa uma oportunidade de unir relacionamento, planejamento financeiro e participação no cooperativismo. “Nosso objetivo é estar cada vez mais próximos dos cooperados, oferecendo soluções que contribuam para a realização dos seus projetos. A Cooperar é Ganhar valoriza quem escolhe a Cresol para cuidar do seu dinheiro. Convidamos toda a comunidade a conhecer a cooperativa, investir e participar, porque, além de cuidar do seu patrimônio, ainda concorre a grandes prêmios”.

A iniciativa reforça a proposta da Cresol de construir relações próximas e oferecer soluções financeiras alinhadas às necessidades de cada cooperado, incentivando escolhas que contribuam para seus projetos e para o desenvolvimento das comunidades.

Um prêmio para celebrar em família

Surpreendido pela equipe da Cresol, Cesar recebeu a notícia com alegria e destacou o relacionamento próximo como um dos diferenciais da cooperativa. Para ele, além da satisfação pelo prêmio, o momento reforça a importância da relação construída com a Cresol ao longo do tempo.

“É muito gratificante receber um prêmio como esse. Fiquei muito feliz e surpreso. Um dos grandes diferenciais da Cresol é esse relacionamento próximo, de conhecer o cooperado e estar presente. Agora, pretendo aproveitar esse prêmio para realizar uma viagem com a minha família e guardar esse momento como uma lembrança muito especial”, afirmou.

A conquista transforma a participação na campanha em uma oportunidade de realizar novos planos, mostrando como as soluções financeiras da cooperativa podem estar conectadas aos projetos e sonhos de seus cooperados.

Ainda dá tempo de participar

A campanha Cooperar é Ganhar segue até dezembro e ainda reserva grandes oportunidades aos cooperados. Nos próximos meses, serão realizados três sorteios mensais de R$ 3 mil, além do grande sorteio de R$ 1 milhão em dezembro.

O próximo sorteio está marcado para 13 de outubro. Os resultados e demais informações sobre a campanha podem ser acompanhados pelas redes sociais da Cresol Vale das Águas PR/MG, no perfil @cresolvaledasaguasprmg.

Para participar, os cooperados podem consultar sua agência e conhecer as opções de investimento e as demais soluções disponíveis na Cresol.

Sobre a Cresol

Com 31 anos de história, mais de 1,2 milhão de cooperados e 1.060 agências de relacionamento no Brasil, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Com foco no atendimento personalizado, fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.

Núcleo Square
Banco Central anuncia novas regras para o Pix; veja o que muda
Economia

Banco Central anuncia novas regras para o Pix; veja o que muda

Mudanças ampliam funcionalidades, reforçam a segurança e alteram regras de participação no sistema

19 de setembro de 2026

Fonte: Agência Brasil foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Banco Central anunciou mudanças no regulamento do Pix para ampliar funcionalidades, reforçar a segurança e aperfeiçoar a participação de instituições no sistema. Entre as principais novidades, está a autorização para que o Pix Automático seja usado em contas-salário a partir de julho de 2027.

O BC também regulamentou a chamada cobrança híbrida, que reúne boleto e QR Code do Pix no mesmo documento. A finalidade é evitar pagamentos indevidos ou em duplicidade. As regras passam a valer em fevereiro do ano que vem.

A regulamentação prevê também a possibilidade de dispensar a participação obrigatória de instituições com mais de 500 mil contas ativas, quando o perfil de clientes ou o modelo de negócios não justificar o acesso à infraestrutura do Pix.

Suspensão, prazos e facilidades

Segundo o BC, algumas regras de adesão e de saída de participantes foram aperfeiçoadas, como:

previsão de suspensão imediata de instituições em liquidação extrajudicial;

ajustes de prazos para a saída ordenada em algumas situações.

Essa última diretriz refere-se, principalmente, a instituições que não comprovarem o atendimento dos limites mínimos de capital social e de patrimônio líquido.

De acordo com a autoridade monetária, esses mecanismos facilitarão a retirada de recursos pelos clientes dessas instituições. A penalidade de exclusão do Pix passará a ter efeito imediato, sem o prazo atual de 30 dias.

HT Calçados
Inova Agronegócios marca presença no 34º Seminário do Café
Economia

Inova Agronegócios marca presença no 34º Seminário do Café

Empresa participa do evento para acompanhar novidades, trocar experiências e fortalecer conexões no setor cafeeiro

18 de setembro de 2026

A Inova estará presente no 34º Seminário do Café! 

Será um momento para acompanhar novidades, trocar experiências e fortalecer conexões que contribuem para um campo cada vez mais produtivo e inovador.

Nos encontramos por lá!

ALMG
34º Seminário do Café reúne especialistas, produtores e empresas em programação voltada ao futuro da cafeicultura
Economia

34º Seminário do Café reúne especialistas, produtores e empresas em programação voltada ao futuro da cafeicultura

Evento começa no dia 22 de setembro com entrega da Comenda Alysson Paolinelli, palestra de Marcos Fava Neves e Festival de Pratos Típicos.

18 de setembro de 2026


A programação do 34º Seminário do Café começa na noite de 22 de setembro, com a abertura oficial do evento, que será realizada das 19h às 21h, com a participação de autoridades convidadas. O encontro reunirá produtores, especialistas, empresas e profissionais ligados à cafeicultura em uma programação voltada à atualização técnica, troca de experiências e discussão dos principais desafios do setor.

Um dos momentos de destaque da abertura será a entrega da Comenda Alysson Paolinelli ao cafeicultor Maurício Queiroz, um dos pioneiros da cafeicultura na região. A homenagem leva o nome de uma personalidade que teve contribuição histórica para a transformação da agricultura tropical e para o desenvolvimento do Cerrado brasileiro.

Na sequência, o público acompanhará a palestra de Marcos Fava Neves, o Doutor Agro. Professor, pesquisador, escritor e especialista em planejamento estratégico do agronegócio, ele apresentará uma análise sobre os movimentos, desafios e perspectivas para o setor.

A noite também terá o Festival de Pratos Típicos Café em Evidência, conduzido pela chef Gabi Tropicana, embaixadora da gastronomia do Cerrado. A iniciativa pretende mostrar a versatilidade do café na gastronomia e valorizar sabores, ingredientes e a identidade cultural da região.

A participação no festival é gratuita, com inscrições limitadas pelo site da ACARPA: www.acarpa.com.br/festival??.

Credenciamento e abertura dos estandes

Na quarta-feira (23), o credenciamento terá início às 7h30. A organização orienta os participantes a realizarem o credenciamento antecipadamente pelo site, com o objetivo de facilitar o acesso e agilizar a chegada ao evento.

A partir das 8h, os estandes das empresas parceiras estarão abertos ao público. Os espaços funcionarão paralelamente à programação técnica, com apresentação de produtos, tecnologias, serviços, condições comerciais e oportunidades de relacionamento com representantes das empresas.

Tecnologias biológicas entram em debate

Também no dia 23 será realizado o 1º Simpósio de Tecnologias Biológicas para a Cafeicultura, uma iniciativa da ACARPA em parceria com a Fronterra.

O encontro reunirá especialistas e empresas para discutir a utilização de tecnologias biológicas na cafeicultura, abordando aplicações, resultados obtidos no campo, integração com outras estratégias de manejo e os cuidados necessários para garantir eficiência técnica e agronômica.

A proposta é ampliar o conhecimento dos participantes sobre o papel dos biológicos na construção de sistemas produtivos mais eficientes e preparados para os desafios das próximas safras.

Clima e mercado serão tema de painel

Um dos destaques da programação será o Painel Clima e Mercado, no dia 24 de setembro, reunindo dois fatores considerados relevantes para o planejamento da atividade cafeeira.

O professor e meteorologista Luiz Carlos Molion apresentará uma análise sobre o comportamento climático e seus possíveis impactos sobre a agricultura. A proposta é contribuir para que os produtores compreendam os fenômenos climáticos e possam relacionar essas informações à realidade de suas propriedades.

O painel também contará com Marcos Matos, diretor-geral do CECAFÉ, que abordará perspectivas relacionadas ao mercado, produção, oferta, demanda e tendências que podem influenciar a comercialização e o planejamento da cafeicultura.

A união dos dois temas permitirá uma análise integrada do cenário da atividade, relacionando as condições de produção às perspectivas econômicas do setor.

Painéis técnicos aproximam conhecimento da realidade das lavouras

Ao longo do seminário, serão realizados quatro painéis técnicos, reunindo palestrantes, pesquisadores, profissionais do setor e produtores.

A proposta é aproximar pesquisas, tecnologias e análises de mercado das decisões tomadas diariamente nas propriedades. Os participantes poderão conhecer resultados obtidos em diferentes regiões, comparar estratégias de manejo e ampliar referências para o planejamento da próxima safra.

Enquanto palestras e painéis estiverem sendo realizados, os estandes permanecerão funcionando, permitindo que o público também conheça as soluções apresentadas pelas empresas participantes.

Mulheres que Inspiram o Cerrado

A programação do dia 23 também terá o Encontro Mulheres que Inspiram o Cerrado, com o tema “Mulheres que cultivam o território”.

A iniciativa reconhecerá mulheres que contribuem para o desenvolvimento da cafeicultura e do agronegócio, seja nas propriedades, empresas, instituições ou em espaços de decisão.

O encontro também pretende valorizar trajetórias e discutir a participação feminina na gestão, inovação, produção e construção do futuro do agronegócio.

Prêmio de Produtividade terá 60 inscritos

O 34º Seminário do Café também contará com a entrega do 8º Prêmio de Produtividade, que reconhece o trabalho desenvolvido pelos cafeicultores e os resultados alcançados por meio de planejamento, manejo, tecnologia e dedicação.

Nesta edição, o prêmio recebeu 60 inscrições, envolvendo mais de 45 propriedades, distribuídas em seis categorias.

A abrangência regional da premiação também foi ampliada com a inclusão de três novos municípios, aumentando a participação de produtores da região.

Programação voltada às necessidades do produtor

Segundo a ACARPA, a programação foi estruturada considerando o atual momento da cafeicultura e as informações necessárias para auxiliar o produtor na tomada de decisões.

A diretoria da Associação é formada por produtores que acompanham de perto os desafios da atividade. Essa experiência, segundo a entidade, contribuiu para a escolha dos temas, profissionais e debates que compõem o seminário.

O 34º Seminário do Café terá como foco a atualização técnica, troca de experiências, fortalecimento de parcerias e preparação para um novo ciclo produtivo, reunindo conhecimento, tecnologia e informações de mercado em uma programação direcionada à realidade da cafeicultura.

Onnet
II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro reúne grande público em Patrocínio e diretoria da OAB anuncia sede própria e medidas de apoio a classe
Economia

II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro reúne grande público em Patrocínio e diretoria da OAB anuncia sede própria e medidas de apoio a classe

Presidente da 65ª Subseção da OAB Patrocínio, Marcelo Furtado de Oliveira, destacou o sucesso do evento, que reuniu estudantes, advogados, produtores rurais, empresários e autoridades

17 de setembro de 2026

O II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro foi realizado nesta quinta-feira (17), no Catiguá Tênis Clube, em Patrocínio, com grande participação do público. O evento reuniu estudantes, advogados, produtores rurais, empresários, autoridades e representantes de diversos segmentos ligados ao agronegócio.

Na avaliação do presidente da 65ª Subseção da OAB Patrocínio, Marcelo Furtado de Oliveira, o congresso foi um sucesso, tanto pela participação do público quanto pela qualidade dos debates e dos especialistas que estiveram presentes. Marcelo fez questão de salientar o trabalho da da diretoria na realização de vários eventos grandes como esse e união e valorização da classe.

Promovido pela OAB Patrocínio, por meio da 65ª Subseção, em parceria com o UNICERP, o Congresso proporcionou um amplo espaço para discussão de temas jurídicos relacionados ao agronegócio e aos desafios enfrentados pelo setor.

Durante a programação, foram realizados oito painéis, abordando assuntos como Direito do Agronegócio, reforma tributária, sustentabilidade, relações trabalhistas no campo, crédito rural, sucessão patrimonial, gestão previdenciária e perspectivas da advocacia no agronegócio.

O congresso contou com a participação de importantes nomes do meio jurídico e do setor rural, entre eles Gustavo Chalfun, presidente da OAB Minas Gerais; Thiago Soares Castelliano Lucena de Castro, juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Goiás; Rodrigo Assumpção, juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Minas Gerais; Ramom Tácio de Oliveira, desembargador do TJMG; Cassia Hatem; Patrícia Arantes de Paiva Medeiros; Theodoro Agostinho; Hygoor Jorge Cruz Freire; Guilherme das Neves Medeiros; Felipe Esteves; Ana Paula Rezende Souza; Leonardo Scopel Macchione de Paula; Elvio Freitas Leonardi; Liliane Bertelli Imura Cisotto; Tobias Marini de Salles Luz; Angélica Ferreira e Sandro Lucena Rosa, entre outros profissionais.

Um dos temas de destaque foi o crédito rural, assunto de grande relevância para produtores e empresas, especialmente diante dos desafios econômicos enfrentados pelo setor.

O evento também contou com a apresentação do Agropujante, conduzida pelo Dr. Wander Netto, e termina com Happy Hour e apresentação musical de Adalto & Adriano.

Prefeito anuncia emergência econômica do agro

Durante o congresso, o prefeito Gustavo Brasileiro também anunciou que o município decretou emergência econômica no setor agropecuário, acompanhando iniciativa semelhante adotada por outros municípios da região.

Segundo o prefeito, a medida não tem o objetivo de criar pânico ou gerar alarde, mas busca proteger os produtores rurais e possibilitar a busca de mecanismos que contribuam para o enfrentamento das dificuldades do setor.

Entre os objetivos está a criação de condições para renegociação e alongamento de dívidas, além da busca por alternativas de crédito para os produtores.

O anúncio ocorreu durante um congresso que justamente colocou em discussão temas como segurança jurídica, crédito rural, tributação e sustentabilidade, reforçando a importância do diálogo entre o setor jurídico e a cadeia produtiva do agronegócio.

Com a participação de um grande público e a presença de especialistas de diferentes áreas, o II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro marcou mais uma iniciativa voltada ao debate e à qualificação das discussões sobre um dos setores de maior importância para Patrocínio e região.

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Ozanam
Sicredi reforça apoio ao agronegócio e mantém duas agências em Patrocínio
Economia

Sicredi reforça apoio ao agronegócio e mantém duas agências em Patrocínio

Cooperativa mantém unidade dedicada ao atendimento de produtores rurais e oferece soluções para diferentes etapas da atividade no campo.

17 de setembro de 2026

A Sicredi, instituição financeira cooperativa cuja história está ligada à primeira cooperativa de crédito do Brasil, reforça sua atuação junto ao agronegócio de Patrocínio e região. A origem do sistema remonta a 28 de dezembro de 1902, quando foi constituída, em Nova Petrópolis (RS), a primeira cooperativa de crédito do Brasil e da América Latina, hoje denominada Sicredi Pioneira RS. 

Em Patrocínio, a cooperativa mantém duas unidades de atendimento. Uma delas está localizada na Avenida Dom José André Coimbra, e a unidade voltada ao atendimento do agronegócio fica na Avenida Faria Pereira, nº 1.640, no bairro Nossa Senhora de Fátima.

A presença de uma estrutura dedicada ao agro reforça a importância do setor para a economia de Patrocínio e do Alto Paranaíba, região marcada pela forte produção rural, especialmente na cafeicultura.

Soluções para o produtor rural

De acordo com o Sicredi, a instituição oferece um conjunto de soluções específicas para diferentes etapas da atividade rural, incluindo crédito para custeio, investimentos, comercialização e industrialização, além de seguros para lavouras, rebanhos, máquinas e propriedades. Também estão entre as opções consórcios para máquinas e equipamentos, investimentos, meios de pagamento e outras soluções financeiras. 

Para o Plano Safra 2026/2027, o Sicredi anunciou a disponibilização de R$ 72,1 bilhões aos produtores rurais, em aproximadamente 340 mil operações. Segundo a própria instituição, os recursos contemplam custeio, investimentos, comercialização, industrialização e Cédulas de Produto Rural (CPR). 

A cooperativa também informa que sua atuação no agro vai além da oferta de crédito, buscando acompanhar o produtor desde o planejamento da produção até a comercialização da safra.

Em um município onde o agronegócio tem papel importante na economia, a presença de uma agência dedicada ao setor representa uma estrutura voltada especificamente às necessidades de produtores rurais e empresas ligadas à cadeia produtiva.

Sicredi: presença local e soluções financeiras para fortalecer o agro de Patrocínio e região.

Jetcor
EuroChem confirma aprovação de layoff em assembleias com trabalhadores da Salitre Fertilizantes
Economia

EuroChem confirma aprovação de layoff em assembleias com trabalhadores da Salitre Fertilizantes

Segundo nota oficial encaminhada pela companhia, as assembleias foram conduzidas pelos dois sindicatos que representam a categoria nos dias 9 e 10 de setembro de 2026.

16 de setembro de 2026


A EuroChem, por meio da Salitre Fertilizantes, confirmou a aprovação de uma proposta de layoff (suspensão temporária dos contratos de trabalho) em assembleias realizadas com os colaboradores da empresa.

Segundo nota oficial encaminhada pela companhia, as assembleias foram conduzidas pelos dois sindicatos que representam a categoria nos dias 9 e 10 de setembro de 2026. A proposta foi aprovada por ampla maioria nas duas assembleias. Nota imprensa sobre Lay OFF_ demanda veículo de imprensa 150926.docx

De acordo com a empresa, a medida faz parte de uma estratégia para preservar empregos e assegurar a continuidade da operação, diante do atual cenário do setor de fertilizantes, que enfrenta desafios relacionados ao mercado, competitividade, custos de produção e disponibilidade de matérias-primas estratégicas, como o enxofre. Nota imprensa sobre Lay OFF_ demanda veículo de imprensa 150926.docx

A participação dos trabalhadores no layoff estará associada a um programa de qualificação profissional, apontado pela empresa como parte central da medida. A companhia informou ainda que os benefícios dos colaboradores serão mantidos integralmente durante o período. Nota imprensa sobre Lay OFF_ demanda veículo de imprensa 150926.docx

Renda poderá chegar a 134% do salário-base

Conforme a faixa salarial de cada trabalhador, a soma do auxílio pago pelo governo, por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com o complemento pago pela empresa poderá representar entre 100% e 134% do salário-base nominal durante o período de layoff. Segundo a Salitre Fertilizantes, o objetivo é garantir a renda dos colaboradores enquanto participam da qualificação profissional. Nota imprensa sobre Lay OFF_ demanda veículo de imprensa 150926.docx

A empresa informou também que a expectativa é retomar o ritmo de operação assim que houver melhora no mercado de fertilizantes e nas condições do setor. Nota imprensa sobre Lay OFF_ demanda veículo de imprensa 150926.docx

Unidade em Serra do Salitre

A Salitre Fertilizantes é a primeira unidade do grupo EuroChem fora da Europa. A companhia informa ter realizado US$ 1 bilhão em investimentos no empreendimento, que iniciou as operações em março de 2024 na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Segundo a empresa, a unidade gera aproximadamente 1.000 empregos diretos e 1.200 indiretos. Nota imprensa sobre Lay OFF_ demanda veículo de imprensa 150926.docx

A nota oficial foi emitida pela Salitre Fertilizantes, em Serra do Salitre (MG), em 15 de setembro de 2026.

https://www.patrocinioonline.com.br/noticia/santa-casa-publica-nota-oficial-e-afirma-que-morte-de-gestante-sera-apurada-87426.html

Amorim 700
II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro acontece nesta quinta-feira, (17)
Economia

II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro acontece nesta quinta-feira, (17)

Evento promovido pela OAB Patrocínio e UNICERP reúne especialistas para discutir temas jurídicos ligados ao setor rural

16 de setembro de 2026


As inscrições para o II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro estão abertas. Promovido pela OAB Patrocínio, por meio da 65ª Subseção, em parceria com o UNICERP, o evento será realizado no dia 17 de setembro, quinta-feira, a partir das 8h, no Catiguá Tênis Clube, em Patrocínio.

A proposta do congresso é reunir advogados, estudantes, produtores rurais, empresários e representantes de diferentes segmentos ligados ao Direito e ao agronegócio para discutir os principais desafios jurídicos da atividade rural, promovendo atualização técnica, troca de experiências e integração entre os participantes.

Em sua segunda edição, o evento reforça a importância do debate qualificado sobre temas que impactam diretamente um dos setores mais relevantes para a economia do Cerrado Mineiro e do país. A programação completa será divulgada em breve, com a participação de especialistas e convidados para abordar questões atuais e estratégicas relacionadas ao agronegócio.

As inscrições podem ser realizadas pela plataforma Sympla. Os valores são de R$ 120 para advogados, produtores rurais e público geral, e R$ 60 para estudantes, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes, conforme as condições disponibilizadas pela plataforma. As vendas seguem abertas até o dia 16 de setembro de 2026.

A expectativa da organização é reunir profissionais e estudantes de toda a região em um ambiente propício ao diálogo, ao fortalecimento de conexões e à construção de soluções para os desafios enfrentados pelo setor.

Painelistas confirmados:

Gustavo Chalfun, presidente da OAB Minas Gerais.

Thiago Soares Castelliano Lucena de Castro, juiz de Direito no Tribunal de Justiça de Goiás, mestre em Direito do Agronegócio e Desenvolvimento.

Rodrigo Assumpção, juiz de Direito no Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Liliane Bertelli Imura Cisotto, presidente da Comissão de Direito Tributário da 214ª Subseção da OAB/SP.

Hygoor Jorge Cruz Freire, presidente da Comissão Nacional de Holdings e Gestão Patrimonial do Conselho Federal da OAB.

Ramom Tácio de Oliveira, desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais.

Cassia Hatem, secretária geral da OAB/MG e ex-presidente da Associação Mineira da Advocacia Trabalhista (AMAT/MG).

Elvio Freitas Leonardi, presidente do Instituto de Direito Tributário de Londrina (IDTL).

PatrÍcia Arantes de Paiva Medeiros, diretora executiva da Sociedade Rural Brasileira (SRB).

Theodoro Agostinho, pós-doutor pela Universidade de Coimbra e Mestre em Direito Previdenciário.

Leonardo Scopel Macchione de Paula, mestre em Direito e especialista em Direito Tributário e em Processo Civil.

Ana Paula Rezende Souza, especialista em Direito Ambiental, Compliance e advocacia trabalhista.

Felipe Esteves, especialista em Planejamento Sucessório e Governança Familiar no Agronegócio.

Guilherme das Neves Medeiros, vice-coordenador de Crédito Rural e Financiamento do Agro da UBAU.

Tobias Marini de Salles Luz, advogado da banca LCB Advogados.

Angélica Ferreira, advogada trabalhista empresarial, ex-presidente da OAB Patrocínio e assessoria do presidente da OAB/MG no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba

Sandro Lucena Rosa, advogado, professor e ex-assessor de ministro do TST

PROGRAMAÇÃO

8:00 – Credenciamento

8:30 – Abertura Institucional

9:00 – Painel 1

Direito do Agronegócio: passado, futuro e oportunidades de trabalho

Apresentação: Giovanna Gryczak

Palestrante:

Dr. Thiago Castelliano

10:00 – Painel 2

Reforma tributária e os reflexos para o produtor rural

Apresentação: Dr. Régis Vinícius Nunes, PGM Patrocínio-MG

Palestrantes/debatedores:

Dra. Liliane Cisotto

Dr. Leonardo Macchione

11:00 – Painel 3

Produção rural sustentável: como o cooperativismo transforma exigências ambientais em oportunidades

Apresentação: Dr. Gabriel Fonseca

Palestrantes/debatedores:

Dra. Ana Paula Rezende Souza

Dra. Patrícia Arantes de Paiva Medeiros

12:00 – Painel 4

Os novos desafios trabalhistas no agronegócio: jornada, condições de trabalho e segurança jurídica no campo

Apresentação: Dr. Herbert Gomes

Palestrantes/debatedores:

Dra. Cassia Hatem – Sec. Adj. OAB/MG

Dr. Sandro Lucena Rosa

Dra. Angélica Oliveira

13:00 – Painel 5

Crédito Rural. Entre a lei e o regulador: os limites do poder normativo do CMN

Apresentação: Dr. Alzebio Martins

Palestrantes/debatedores:

Dr. Rodrigo Assunção – Juiz de Direito Patos de Minas

Dr. Guilherme Medeiros

Dr. Tobias Salles

14:00 – Apresentação Agropujante

Dr. Wander Netto

14:30 – Painel 6

Sucessão patrimonial no Agronegócio e os efeitos da reforma tributária

Apresentação: Dra. Letícia Caixeta

Palestrantes/debatedores:

Dr. Felipe Esteves

Dr. Hygoor Jorge

15:30 – Painel 7

Gestão previdenciária no Agronegócio: prevenção de passivos e segurança jurídica para o produtor e a empresa

Apresentação: Dr. Nayara Dornelas

Palestrantes:

Dr. Theodoro Agostinho

Dr. Elvio F. de Freitas Leonardi

16:30 – Painel 8

Perspectivas da advocacia e do Direito do Agronegócio

Apresentação: Dr. Marcelo Furtado Ferreira

Palestrantes/debatedores:

Dr. Gustavo Chalfun

Des. Ramon Tácio de Oliveira

17:30 – Encerramento Institucional e Happy Hour (Atração musical: Adalto & Adriano)

Serviço

II Congresso de Direito do Agronegócio do Cerrado Mineiro

Data: 17 de setembro de 2026
Local: Catiguá Tênis Clube – Patrocínio/MG
Valores: R$ 120 (advogados, produtores rurais e público geral) e R$ 60 (estudantes)
Inscrições: disponíveis pelo Sympla

https://www.sympla.com.br/evento/ii-congresso-direito-do-agronegocio-do-cerrado-mineiro/3465606

OAB 65ª Subseção – Patrocínio/MG
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Crise sem precedentes no agronegócio: advogado aponta caminhos legais e direito à prorrogação de dívidas no campo
Economia

Crise sem precedentes no agronegócio: advogado aponta caminhos legais e direito à prorrogação de dívidas no campo

Especialista em Direito do Agronegócio explica mecanismos de renegociação e os caminhos que podem ser adotados por produtores afetados por quebras de safra e dificuldades financeiras

15 de setembro de 2026

O setor agropecuário brasileiro atravessa um período de forte instabilidade, marcado por perdas decorrentes de fatores climáticos, aumento dos custos de produção e oscilações nos preços das commodities. O cenário tem comprometido o fluxo de caixa de produtores rurais e dificultado o pagamento de operações de custeio e investimentos nas datas originalmente previstas.

A gravidade da situação também tem sido reconhecida em âmbito regional. Pelo menos cinco municípios da região decretaram situação de emergência diante das dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo.

Com o aumento do endividamento rural e da procura por mecanismos de renegociação e recuperação judicial, o Patrocínio Online conversou com o advogado especialista em Direito do Agronegócio, Dr. Danilo Pereira, que atua há quase duas décadas na defesa de produtores rurais.

Durante a entrevista, o especialista explicou quais mecanismos jurídicos podem ser utilizados por agricultores que tiveram perdas e não conseguem cumprir os compromissos financeiros assumidos.

Direito à prorrogação das dívidas

Segundo o advogado, produtores que comprovadamente sofreram quebra de safra ou foram afetados por determinadas situações que comprometeram sua capacidade de pagamento podem, conforme as regras aplicáveis à operação de crédito rural, buscar a prorrogação dos vencimentos.

O chamado alongamento da dívida consiste na extensão do prazo para pagamento da obrigação, preservando, quando preenchidos os requisitos legais, as características da operação de crédito rural.

Danilo Pereira alerta, porém, para situações em que o produtor é apresentado a uma nova negociação que pode modificar as características da dívida original. Segundo ele, algumas instituições financeiras oferecem repactuações que transformam operações originalmente rurais em contratos de crédito comercial, com encargos que podem ser significativamente superiores aos aplicáveis ao crédito rural.

Pressão durante as renegociações

Outro ponto destacado pelo especialista é a pressão que alguns produtores enfrentam durante as tentativas de renegociação. De acordo com Danilo Pereira, existe ainda a preocupação com avalistas, frequentemente pessoas próximas ao produtor, como familiares e vizinhos.

A possibilidade de negativação ou de outras medidas de cobrança pode levar o agricultor a aceitar condições que, segundo o advogado, nem sempre são adequadas à sua realidade financeira.

O especialista ressalta que cada caso precisa ser analisado individualmente, considerando o tipo de operação, as causas que provocaram a dificuldade de pagamento, a documentação disponível e as normas específicas aplicáveis ao crédito rural.

Negociação e assimetria entre produtor e instituição financeira

Na avaliação do advogado, existe uma diferença significativa de conhecimento técnico entre as partes durante uma negociação. De um lado está o produtor rural, cuja atividade está diretamente ligada à produção, às condições climáticas e ao comportamento do mercado. Do outro, profissionais do sistema financeiro especializados em operações de crédito e renegociação.

Danilo Pereira defende que o produtor deve buscar orientação especializada antes de assinar uma nova operação quando estiver diante de dificuldades para honrar seus compromissos.

“Os produtores rurais em sua essência são homens de manifesta boa-fé, pessoas verdadeiramente honestas e nenhum produtor rural pega dinheiro no banco pensando em não pagar; ele somente não paga quando a terra não devolve aquilo que foi investido”, afirmou o advogado.

Atuação judicial

Segundo o especialista, quando não há acordo adequado com a instituição financeira, o produtor pode buscar o Poder Judiciário para discutir a situação.

Em determinadas circunstâncias, a Justiça pode analisar pedidos de medidas urgentes, inclusive para suspender temporariamente a exigibilidade de determinadas cobranças enquanto a questão é discutida judicialmente. A concessão dessas medidas, entretanto, depende da análise de cada processo e do preenchimento dos requisitos legais.

O advogado afirma que, em sua experiência profissional, muitos produtores chegam ao escritório somente depois de receber cobranças ou quando já estão sob forte pressão financeira. Por isso, orienta que a busca por orientação jurídica ocorra preferencialmente antes da assinatura de uma repactuação considerada desfavorável.

Caso envolve dívida superior a R$ 12 milhões

Com quase duas décadas de atuação na área, o escritório do Dr. Danilo Pereira acompanha centenas de processos envolvendo produtores rurais da região. Um dos casos recentemente conduzidos pela equipe ganhou repercussão por envolver uma obrigação superior a R$ 12 milhões.

Segundo o advogado, a Justiça determinou a suspensão da exigibilidade da obrigação em um caso relacionado a um produtor afetado por quebra de safra e elevados custos de produção.

O especialista destaca que o objetivo das medidas judiciais não é permitir que o produtor deixe de pagar suas obrigações, mas possibilitar que a dívida seja discutida e, quando cabível, reorganizada dentro dos parâmetros previstos pela legislação.

Para Danilo Pereira, o patrimônio familiar e os bens essenciais à continuidade da atividade rural não devem ser comprometidos de forma desproporcional em razão de uma crise que tenha impedido o produtor de obter o retorno esperado de sua produção.

Decretos de emergência podem auxiliar na comprovação da crise

Outro aspecto abordado durante a entrevista foi a decretação de situação de emergência por municípios da região. Os decretos municipais não interferem diretamente em contratos privados nem determinam, por si só, a suspensão ou prorrogação de dívidas junto aos bancos.

No entanto, segundo o advogado, esses documentos podem ter relevância como elementos de prova em eventuais discussões judiciais.

Isso ocorre porque os atos oficiais dos municípios registram formalmente a existência de situações consideradas excepcionais e os impactos enfrentados pela atividade produtiva local.

Na avaliação do especialista, esses documentos podem contribuir para demonstrar ao Judiciário que as dificuldades alegadas pelo produtor não são necessariamente um problema isolado, mas podem estar relacionadas a um cenário de crise que atingiu determinada região ou atividade.

Orientação antes de assinar

Diante do cenário de endividamento, a principal orientação apresentada pelo advogado é que o produtor rural reúna documentos que comprovem as perdas e a situação financeira da propriedade e procure orientação profissional antes de formalizar uma nova negociação.

Contratos de crédito, comprovantes de produção, documentos relacionados à quebra de safra, notas fiscais, laudos, decretos de emergência e demais documentos que demonstrem as circunstâncias que afetaram a capacidade de pagamento podem ser relevantes para a análise de cada caso.

A possibilidade de prorrogação ou revisão de uma dívida depende, contudo, das características da operação e do cumprimento dos requisitos previstos na legislação e nas normas de crédito rural. Por isso, não existe uma solução única para todos os produtores.

Em meio à atual crise do agronegócio, o conhecimento dos direitos e a análise técnica dos contratos podem ser determinantes para que o produtor encontre uma alternativa de reorganização financeira sem comprometer a continuidade da atividade e o patrimônio indispensável à produção.

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