# Milton Magalhães

Dez Anos da Coluna "O Meio e Mais"( 35, na Imprensa)

19 de Janeiro de 2019 às 11:53

Reproduzimos a introdução de nossa primeira coluna em 16 de Janeiro de 2009, na Gazeta de Patrocínio:

“Eis meu primeiro artigo nas páginas do Jornal Gazeta. Aqui chego com gratidão, emoção e muito senso de responsabilidade. Por mais clichê que possa parecer, não posso me furtar de tecer algumas considerações de  alma pra alma. GRATIDÃO a Deus, pois creio ser fruto de sua benignidade este portal de benção  que, a partir de agora  se abre. EMOÇÃO, pois  não posso evitar hoje  as lufadas de lembranças que me chegam do amigo, mestre e padrinho de casamento, fundador da Gazeta, Sebastião Eloi. Vem dele a petulância de crer numa imprensa incorruptível. SENSO DE RESPONSABILIDADE, pois aos quarenta e alguns, deixei os rompantes da juventude e não busco glória pessoal. Chego, portando nas entranhas o fogo perene da maturidade. Apressado para viver, sim, pois acho curto o tempo que vai do berço ao túmulo, mas sem atropelar ninguém. “Tudo quanto  vier á tua mão para fazer, faze-o conforme aas tuas forças.” Foi dento desta perspectiva que não hesitei em aceitar o honroso convite de Luciano Capuano, diretor deste jornal. Através da indicação do companheiro Geraldo de Oliveira. Já sei da receptividade do leitor e da família  Gazeta.

 O MEIO

(À  guisa de explicar o título da coluna) È o supra sumo do nosso cotidiano. A vida dinâmica e efervescente da sociedade rangeliana. Claro, do  nosso limitado raio de ação. O fato e o comentário pertinente, obedecendo sempre a ética interna deste jornal e a inteligência do nosso leitor. O meio é Patrocínio, abaixo de Deus, acima de tudo.

 

E MAIS

É a transcendência da nossa coluna fora do quadrado, acima da mediocridade. O encorajamento á vida, a palavra consequente, a indignação justa, a ética do evangelho, a literatura, a arte da palavra da palavra velha, da palavra nova. Perambulância literária, o humor sem chulanismo, a cultura inútil, a colaboração do leitor. Repito: Tudo com bom senso e respeito.

 

DE BOM ALVITRE

Uma nota de gratidão e reconhecimento, vai para o Jornal de Patrocínio, onde passei meus primeiros 25 anos escrevendo. A porta que generosamente se abriu pra este colunista. Ontem, Miltinho do JP. Hoje, Miltinho da Gazeta”.

 

16 DE JANEIRO DE 2019: GRATIDÃO

(Não há outra palavra) Dez anos depois,  reitero minha GRATIDÃO ao Jornal de Patrocínio, família pela qual sempre tive e terei grande carinho e admiração.  Ao saudoso jornalista Geraldo de Oliveira, Jamais me esquecerei que foi ele que me sugeriu  escrever para Gazeta. Disse a ele que iria, se convidasse também  Eustáquio Amaral. Imagina! Foi processo rápido. queria lhe dizer o quanto lhe sou grato.  Ao Luciano Capuano, Diretor da Gazeta de Patrocínio, na época, nossa GRATIDÃO pelo convite e receptividade. Ao empresário Maurício Cunha, que desde 2009 , atual o proprietário da Gazeta , nossa GRATIDÃO, pela confiança e credibilidade. Ao Diretor da Gazeta de Patrocínio,  André Resende Cunha, nossa GRATIDÃO, pela generosa amizade e incentivo.

 

35 ANOS

Completo, portanto 35 anos, escrevendo para a imprensa patrocinense. 25 anos nas páginas do Jornal de Patrocínio e 10 na Gazeta de Patrocínio, 11, aqui no Patrocinioonline. Com passagem também pela Revista Presença. Bodas de Coral que fala? Se estou satisfeito? Muito.

 

41 ANOS

Quero lembrar também que a “PRIMEIRA COLUNA” assinada, pelo “MENESTREL RANGELIANO”- EUSTÁQUIO AMARAL, completa, nesse 25/01, 41 anos de atividade ininterrupta nas páginas da imprensa patrocinense. 31 anos no jornal de Patrocínio; 10 anos também na Gazeta de Patrocínio. Bodas de Seda, que fala?

 

AMOR, SUBLIME AMOR

Aqui nossa palavra de reconhecimento e  gratidão ao  “Menestrel Rangeliano!”- Eustáquio Amaral. Voce, leitor, nem imagina o que é escrever durante 40 anos!  Sem mandato político, sem cor partidária, sem jabaculê, sem “agradinho”, sem patrocínio, sem um centavo em troca, somente por amor a terra-mãe – A ‘Santa Terrinha” no seu próprio dizer.  Somente AMOR, SUBLIME AMOR A PATROCÍNIO. Menestrel,  tem sido  um atalaia em defesa da moralidade no serviço público. Um defensor da preservação do patrimônio histórico; um ferrenho defensor do meio ambiente; Jamais cessou de solicitar ética, respeito e transparência na aplicação do dinheiro público. Além da carreira primorosa, exitosa, brilhante e irrepreensível como Servidor Público Estadual, ninguém e ninguém, mesmo, defendeu, promoveu, cantou e brandiu tanto a espada da verdade pelo município de Patrocínio.  Nosso reconhecimento ao Colunista de longo fôlego, ao historiador, ao economista, ao analista, ao cultor da história. Nosso reconhecimento ao saudosista, ao desportista, ao discípulo de Tião Eloi, ao sonhador extremado. Nossa gratidão ao arauto da ética, ao atalaia das boas novas, gratidão ao  nosso patrocinense  referência. 41 anos!

 

SUCESSO AO "INFORME PATROCÍNIO"
Patrocínio e região ganha mais um veículo de comunicação de peso.Trata-se do "INFORME PATROCÍNIO". A versão impressa já se encontra em circulação e a versão digital, terá seu portal lançado brevemente em evento top.

O editor responsável, dispensa comentários: HUMBERTO CORREIA. Jornalista, (que também é cantor, integrante da dupla HUMBERTO E AGNALDO) com vasta experiência e credibilidade no mercado, tendo editado por vários anos o "CORREIO REGIONAL".

HC, há muito se destaca produzindo bons conteúdos nas plataformas digitais, já passava da hora de ter o seu próprio veículo de informação.

Tive a honra de receber do próprio editor, um exemplar IP, pude notar a qualidade no papel couchê; o rico conteúdo; informações relevantes e fortes parcerias publicitárias.

Ou seja: Coisa de quem sabe fazer bem feito. Eis aqui um leitor. Você é um guerreiro Humberto.

Sucesso ao "INFORME PATROCÍNIO"

 

SOBRE ELOGIAR POLÍTICOS

Ainda relembrando nossa primeira coluna na Gazeta, há dez anos. Quem elogiei? Parece até discurso do  Zema, mas foi o (aí que vergonha!) Aécio Neves: “CHOQUE  DE GESTÃO"

É de bom alvitre relembrar as oito medidas que levaram o governo Aécio a economizar 1bilhão de reais:

*Redução do número de secretarias de 21 para 15, extinção de 1326 cargos de confiança.

*Corte de 10200 funcionários não efetivos na Secretaria de Educação.

*Redução da remuneração do governador, vice, dos secretários e de seus adjuntos.

*Redução de 17% nas despesas do Poder Executivo com compras, combustíveis e serviços.

*Realização de leilões para compra de produtos e serviços, com redução de 23% nos preços

*Renegociação de dívidas com fornecedores em leilões para pagar primeiro a quem dá maior desconto.

*Informatização dos controles de despesas e da folha de pagamento.

*Eliminação de salários duplicados, pagamento a funcionários mortos, pensões indevidas, abono por acúmulo de cargos e incorporações de demissões.” ...

Sabe-se que quem fez tudo isto na época foi o vice Anastasia. Toma distraído, vai elogiar políticos  vivos (risos)

 

DEZ ANOS DA COLUNA “O MEIO E MAIS” (35, NA IMPRENSA PATROCINENSE). OBRIGADO PELA LEITURA!