ANCESTRAL. Essa coluna, de propósito simples (Patrocínio acima de todos), é a mais longeva, contínua, da cidade e do Triângulo. Alguns admiradores exageram, quando dizem que é a coluna amadora mais persistente do Brasil (nem tanto, mestres!). Dia 25 de fevereiro de 2026 (quarta-feira), completa 48 anos de existência. O então noviço “Jornal de Patrocínio–JP” (com quatro anos e pouco de vida) assistiu e registrou, em suas páginas, ao nascimento da coluna. Nesse momento, por mais algum tempo, ela continuará. Quiçá, até o apito final do Senhor. Em poucas palavras, a razão de sua criação, memórias de alguns de seus melhores momentos e a manifestação de um ser surreal, mas que é a coqueluche da atualidade, colaboram na alteração do placar temporal. A caminho de meio século de vida (em 2028 isso acontecerá), agora comemora-se o seu 48º aniversário.
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O PORQUÊ DA ORIGEM DA COLUNA – Em 1975/1978, o autor era um dos coordenadores técnicos, da então poderosa Secretaria Estadual de Planejamento. E por lá, passavam ou eram elaborados diversos programas governamentais, que focalizavam tecnicamente a região de Patrocínio. Polocentro é um exemplo. Mas as lideranças de Patrocínio, inclusive os deputados majoritários (oriundos de outras cidades), pouco faziam ou até desconheciam alguns propósitos do Governo. Era um vazio de reivindicações. O autor percebeu essa inoperância. E refletiu que tinha condições de ocupar, um pouco esse vazio. Assim, com o objetivo inicialmente de informar, reivindicar e antever o futuro para a região, surgiu a “Primeira Coluna”. A negociação puramente amadora nasceu entre o diretor do JP, Joaquim Correa, e o pai do autor, então assinante do Jornal. Esse sonho iniciou-se em um sábado (25/02/1978).
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O TEMPO VOA... – Passaram os anos. No retrovisor ficaram conhecidas histórias também. O fenômeno Índio Afonso. O Rei Negro Ambrósio. Todos os Censos de Patrocínio, desde 1832. O começo do CAP, como equipe amadora, em seu primórdio. Um pouquinho de todos os prefeitos de Patrocínio. Os padres holandeses que moraram em PTC, com destaque para o Padre Eustáquio. O polêmico Cel. Rabelo. Os minerais no chão patrocinense, desde a década de 80. Os primeiros jornais da cidade. A histórias dos dois Rangel. O bispo neto de padre. A presença do maior presidente do Brasil: JK. Herói patrocinense salvou 307 pessoas em São Paulo. A discussão do VAF pela primeira vez na imprensa mineira. E mais... mais... mais novidades de outrora, que encantaram/encantam o simplório autor das pesquisas.
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COM A PALAVRA UM SER EXTRATERRESTRE – O ser alienígena, denominado Inteligência Artificial–IA, a pedido, escreve o que entende sobre esta crônica:
Essa IA tem ajudado muita gente...! IA é a reunião de computadores interligados, com resoluções e aprendizagem semelhantes aos dos seres humanos.
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EPÍLOGO – O tempo voa, ... mas não para. Esta crônica seguirá ainda por prazo indeterminado. E sem IA. Naturalmente.
([email protected]) *** Primeira Coluna, edição de 22/02/2026, também publicada na RedeHoje e redes sociais.