


Foto: Reprodução/RedeSociais
Beatriz Costa Diniz de apenas 15 anos, morreu após sofrer uma descarga elétrica provocada por um celular conectado à tomada. O caso ocorreu na noite da última quinta-feira 15/1, na comunidade do Jutaí, zona rural do município de Augusto Corrêa, no nordeste do Pará. Em Araxá, uma ocorrência quase semelhante aconteceu após um celular que estava em cima da cama pegar fogo enquanto carregava, e a vítima tomava banho, no último domingo, 18/1. LEIA AQUI
Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, o incidente aconteceu entre 22h e 23h. A adolescente foi encontrada ferida dentro de casa pelo próprio pai, que acionou socorro imediatamente.
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Beatriz foi levada da comunidade do Jutaí até um hospital no centro de Augusto Corrêa, a cerca de 30 minutos da residência da família. Devido à gravidade dos ferimentos, a jovem precisou ser transferida para uma unidade de saúde em Bragança e, posteriormente, para o Hospital Metropolitano, na Região Metropolitana de Belém.

A adolescente não resistiu e morreu na segunda-feira 19/1. O corpo foi liberado pela Polícia Científica por volta das 12h00min da terça-feira 20/1. O velório da adolescente ocorreu na quinta-feira 21/1.
A Polícia Civil informou que o caso é tratado inicialmente como morte acidental. Perícias foram solicitadas para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e confirmar oficialmente a causa da morte.
A concessionária de energia Equatorial Pará informou que enviou uma equipe técnica ao local após relatos de possível oscilação de energia, mas não encontrou registros de interrupções ou anormalidades na rede elétrica da região nos últimos 30 dias.
A empresa afirmou que segue à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e reforçou a importância de não manusear aparelhos eletrônicos enquanto estiverem conectados à tomada.
A morte de Beatriz gerou grande comoção nas redes sociais entre moradores de Augusto Corrêa. Amigos e vizinhos destacaram que a adolescente era conhecida na comunidade e contribuía para a renda familiar vendendo tapiocas em ônibus que circulavam pela cidade.