O motorista escapou ileso
Por volta de 12h desta sexta-feira, 14, um homem escapou ileso de um acidente grave em UberlândiaO fato aconteceu, porque segundo a vítima Fábio Gonçalves Costa, de 33 anos, ele se assustou com um veículo à frente efetuando uma manobra sem sinalizar.
Fábio conduzia um Fiesta branco, no Anel Viário Sul. Logo à frente dele seguia um Renault, cujo motorista convergiu para uma entrada clandestina que dá acesso ao Bairro Shopping Park. A vítima disse que estava a 60 km/h e mesmo assim não teve tempo de parar.
Por isso efetuou uma manobra brusca para tirar o veículo e acabou perdendo o controle direcional. O carro caiu na ribanceira, capotou e parou de rodas para o ar em um lamaçal. Fábio ainda alega que o motorista do Renault teria visto o acidente, mas fugiu do local.
A vítima não teve escoriações. Ele próprio desvirou o carro. Segundo moradores das imediações, o local é ponto de vários acidentes, devido à entrada clandestina.
Fonte: V9 Vitoriosa com Repórter: Camila Rabelo

A Polícia Militar foi acionada e não conseguiu levantar dados sobre os criminosos.
Duas pessoas foram baleadas na tarde desta sexta-feira, 14, em Ituiutaba. Os criminosos são dois homens que chegaram em uma motocicleta e atiraram nas vítimas que estavam em uma Praça, em plena luz do dia.
Segundo testemunhas, vários tiros foram efetuados. Um jovem de 18 anos foi atingido na perna e no abdômen. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros até o Hospital São José. O estado de saúde dele era grave.
A outra vítima, também do sexo masculino, foi baleada no nariz e socorrida por terceiros para o hospital.
A Polícia Militar foi acionada e não conseguiu levantar dados sobre os criminosos. Os bombeiros não souberam informar os nomes das vítimas.
A PM realiza diligências para elucidar o crime.
Fonte: Pontal em Foco
Maracanã, palco da final, e Itaquerão, que recebeu a abertura, estão entre eles
Ao menos seis estádios da Copa do Mundo do Brasil, incluindo o Maracanã, palco da final do torneio de 2014, estão sob escrutínio em uma série de novas investigações de corrupção autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana.
O conteúdo das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht citam irregularidades na Arena Corinthians, em São Paulo, no Estádio Nacional “Mané Garrincha”, em Brasília, na Arena Pernambuco, em Recife, na Arena Castelão, em Fortaleza, e a Arena Amazônia, em Manaus, além do Maracanã, no Rio de Janeiro.
O ministro do STF Edson Fachin autorizou a abertura de inquéritos com base nas delações na terça-feira, mas os detalhes dos depoimentos gravados de 77 atuais e ex-executivos do grupo Odebrecht ainda estão emergindo.
Evidências de que construtoras e políticos colaboraram para fixar preços de contratos reforçam suspeitas de que muitos dos 12 estádios construídos ou renovados para a Copa do Mundo de 2014 foram superfaturados.
A renovação do Maracanã custaria 700 milhões de reais, mas eventualmente o valor subiu para 1 bilhão de reais. A Arena Corinthians originalmente seria um estádio menor, construído por 350 milhões de reais, mas o custo ultrapassou 1 bilhão de reais após ser decidido que o local seria sede da partida de abertura da competição.
O estádio “Mané Garrincha”, que foi somente renovado para o torneio, foi o mais caro de todos, custando 1,4 bilhão de reais.
Fonte:R7
Ele ressuscitou e vai à vossa frente para a Galiléia.
E eis que houve um violento tremor de terra: um anjo do Senhor desceu do céu, rolou a pedra e sentou-se sobre ela. Resplandecia como relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. Vendo isso, os guardas pensaram que morreriam de pavor [...]. Mas o anjo disse às mulheres: "Não temais! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Não está aqui: ressuscitou como disse. Vinde e vede o lugar em que ele repousou. Ide depressa e dizei aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos. Ele vos precede na Galileia. Lá o haveis de rever, eu vo-lo disse”. Elas se afastaram prontamente do túmulo com certo receio, mas ao mesmo tempo com alegria, e correram a dar a Boa-Nova aos discípulos. [...]
Evangelho de hoje: Mt 28,1-10
Aviso foi feito por uma mensagem de Whatsapp; empresa alega problemas financeiros
Embora esteja formando, um grupo de alunos de pedagogia de uma faculdade de Belo Horizonte, revoltados. Faltando três dias para o baile de formatura, os discentes receberam uma mensagem, via WhatsApp, do cerimonial contratado, avisando que, por problemas financeiros da empresa, a festa não poderia acontecer, no próximo sábado (14). De acordo com os futuros pedagogos, este não foi o primeiro problema com o cerimonial.
O grupo, formado por 18 alunos, contratou Saff's Cerimonial e Eventos, em 2015, para a realizar o culto ecumênico, a cerimônia de colação de grau e o baile de gala. De acordo com o formando Aenderson Vieira, ficou acordado que os R$57.600 dos eventos deveriam ser pagos até um mês antes da realização da primeira cerimônia. Assim, em fevereiro deste ano, todos os alunos já haviam quitado as prestações.
Segundo o jovem, os problemas com o cerimonial começaram há alguns meses, quando os fornecedores escolhidos entraram em contato com a comissão de formatura e avisando que os pagamentos não foram feitos. Até então, o espaço onde seria realizado o baile e nem o buffet ainda haviam sido pagos. Preocupados com a situação, os jovens marcaram uma reunião com a dona da empresa, Stephanie Argemino, e obrigaram ela a assinar um termo de compromisso assumindo a responsabilidade de fazer os pagamentos. Como forma de prevenir futuros problemas, a comissão acionou a polícia e registrou um boletim de ocorrências.
Para o alívio dos alunos, o espaço onde seria realizada a missa ecumênica e a colação de grau foi pago e as cerimônias aconteceram, porém, segundo os formandos, não como combinado. De acordo com Vieira, as rosas da decoração estavam murchas e não havia uma equipe de apoio no evento, como previsto no contrato.
— Não teve um terço do que ela prometeu pra gente.
Mas os problemas com o cerimonial não tinham acabado. Na tarde desta quarta-feira (12), Stephanie enviou uma mensagem para a comissão de formatura se desculpando e avisando que o baile não poderia acontecer no próximo sábado, como marcado. No texto, a mulher pediu compreensão e propôs marcar uma nova data. Em um trecho da mensagem, ela explica: “não será possível realizar na data prevista do contrato devido a situação financeira do cerimonial”.
Transtornados, os alunos chamaram, novamente, a polícia para registrar uma nova ocorrência contra a empresária. De acordo com Vieira, na manhã desta quinta-feira (13), a comissão de formatura conseguiu contato com Stephanie. Porém, a mulher informou ao grupo que, como eles haviam acionado a Justiça e o caso estava sendo divulgado pela imprensa, ela só resolveria com eles mediante a Justiça.
O R7 tentou contato com Stephanie, mas, até o momento, não obteve retorno.
Fonte: R7
Explosivo é conhecido como a "mãe de todas as bombas"
Os Estados Unidos lançaram sua maior bomba não-nuclear na Província de Nangarhar, no leste do Afeganistão e a cerca de 200 km da capital, Cabul, para atingir alvos do grupo jihadista EI (Estado Islâmico).
Segundo informações da rede CNN, a bomba GBU-43 ou Moab (Massive Ordnance Air Blast), também conhecida como "a mãe de todas as bombas", pesa quase 10 toneladas e pode destruir tudo em um raio de centenas de metros.
De acordo com o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, o objetivo era atingir túneis e grutas usados pelos membros do EI.
— Foram tomadas todas as precauções para evitar vítimas civis e danos colaterais.
Ainda não houve relatos de vítimas ou dos danos causados pelo ataque.
Essa foi a primeira vez que uma bomba desse tipo foi usada em combate. Ela foi lançada de uma aeronave MC-130, segundo o porta-voz do Pentágono Adam Stump.
A bomba integra o arsenal norte-americano desde 2003, durante a Guerra do Iraque, mas até hoje só havia sido usada em testes.
"Essa é a munição adequada para reduzir esses obstáculos [túneis] e manter o ímpeto de nossa ofensiva contra o EI", disse o general John W. Nicholson, comandante das forças dos EUA no Afeganistão.
A Província de Nangarhar concentra a atuação de militantes do EI no país asiático. Há pelo menos dois anos a milícia tenta instalar uma base nessa zona oriental do Afeganistão e nesse período realizou diversos atentados, inclusive um que matou cinco pessoas em frente ao Ministério da Defesa, em Cabul.
Fonte: R7
Amou-os até o fim.
Durante a ceia [...] levantou-se da mesa, depôs as suas vestes e, pegando duma toalha, cingiu-se com ela. Em seguida, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. Chegou a Simão Pedro. Mas Pedro lhe disse: "Senhor, queres lavar-me os pés!...”. Respondeu-lhe Jesus: "O que faço não compreendes agora, mas irás compreendê-lo em breve”. [...] Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes, sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: "Sabeis o que vos fiz? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns dos outros [...]”.
Evangelho de hoje: Jo 13,1-15
Juíza afirma que a denúncia demonstrou “indícios suficientes da autoria e materialidade”
A juíza federal Renata Andrade Lotufo aceitou a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) e abriu processo contra o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Jorge Dzodan, pelo crime de desobediência. Ele é o principal executivo da empresa no Brasil.
Segundo a juíza, a denúncia cumpriu os requisitos e demonstrou “indícios suficientes da autoria e materialidade”. O crime de desobediência, previsto no Artigo 330 do Código Penal, estabelece pena de 15 dias a seis meses de prisão e multa. Se condenado, o réu corre o risco de ter que cumprir pena privativa de liberdade na hipótese de reincidência criminal.
De acordo com o MPF, Dzodan descumpriu, em 2016, ordens da 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que havia determinado a quebra do sigilo telemático de um acusado de associação criminosa para tráfico internacional de drogas.
Quebra de sigilo
Segundo o MPF, a interceptação da conversa do investigado por um aplicativo do Facebook poderia ajudar a esclarecer ameaças que o investigado estava recebendo de outros integrantes da quadrilha. A decisão original de quebra de sigilo da conversa é de 27 de janeiro de 2016. Dzodan foi notificado em 12 de fevereiro e o prazo para entregar as informações venceu em 29 de fevereiro.
“O Facebook, contudo, limitou-se a responder que seus termos de serviço e a legislação impediam a cooperação com a Justiça, e que a empresa só entregaria o conteúdo de comunicações entre seus usuários mediante requerimento elaborado pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça.”
Diante da resposta, a 2ª Vara Federal do Rio determinou a entrega das informações em 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento. Em 7 de março de 2016, a empresa foi intimada novamente e, segundo o MPF, decidiu não colaborar.
“Para o MPF, a decisão do Facebook demonstra menosprezo em relação à determinação judicial e um descaso em relação às leis brasileiras. Por ter sede no Brasil, a empresa Facebook do Brasil é obrigada a cumprir as decisões da Justiça brasileira”, destacou o MPF em nota.
Em 7 de abril de 2016, em novo despacho, a Justiça Federal do Rio determinou busca e apreensão na empresa e a prisão em flagrante de Dzodan em caso de nova desobediência.
Procurado, o Facebook ainda não se manifestou sobre o caso.
Fonte: R7
Ex-jogador do Napoli aponta mudança em relação à sua época; especialista fala em desigualdade
As três explosões próximas ao ônibus da delegação do Borussia Dortmund, além de ferirem levemente o jogador Marc Bartra e adiarem o jogo contra o Monaco, que seria realizado nesta mesma terça-feira (11), levantaram desde o início a suspeita de que se tratou de um ato terrorista. Na atual Europa em estado de alerta, qualquer situação deste tipo tem sido assim. Só que desta vez a discussão liga o terrorismo ao futebol, esporte mais popular do planeta, inclusive entre terroristas.
Nos últimos tempos, as altas cifras que envolvem o futebol, aliadas à popularidade do esporte, hoje considerado um verdadeiro negócio, podem ser um fator a mais para colocá-lo na mira dos terroristas, conforme avalia o professor de sociologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, José Clemente de Souza Neto.
— O futebol é uma expressão da sociedade contemporânea, tanto no aspecto nacional quanto no global, e os jogadores são símbolos, principalmente, da cultura ocidental. Então todos os tipos de violência que ocorrem no cotidiano, também poderão ser materializados no futebol.
Questões de exclusão social acabam sendo propícias para a irracionalidade terrorista. E o futebol, por mais que atraia a atenção de muitos terroristas, se encaixa neste padrão de exclusão a partir do momento, na opinião do especialista, em que envolve cifras milionárias a cada jogo, a cada negociação de marketing, na remuneração dos jogadores - verdadeiras celebridades.
— Hoje, jogadores de grandes clubes custam muito e essa questão econômica atinge várias nações. O futebol também simboliza desiguladade e, como os maiores atletas são do Ocidente, entra nessa questão, pois a maioria dos terroristas, como os vinculados ao Estado Islâmico, tem na sua base a luta contra o Ocidente. Não importa que muitos gostem de futebol, a lógica deles é a irracionalidade, se acharem que precisam atacar, vão querer destruir.
Souza Neto questiona ainda a ideia de que o futebol é democrático. Na opinião dele, os terroristas não estariam atacando a democracia do esporte, mas sim o seu lado mercadológico. O especialista acredita que situações como a da seleção alemã, que possui jogadores de várias etnias, contrariando uma tradição mantida até os anos 90, não reflete necessariamente uma maior abertura da sociedade do país.
— No fundo, o futebol nunca foi democrático. As seleções refletem mais aquilo que o mercado determina. No Brasil, por exemplo, os negros não eram aceitos no futebol, entraram quando o mercado começou a valorizar os passes e os resultados que eles davam. Isso permanece. O futebol é um negócio e, quando se trata de negócio, não há problema de cor, raça e etnia. Na Europa não é bem a democracia que determina, mas sim a economia, se o jogador traz o resultado mercadológico necessário.
Opinião de ex-jogador
Quem notou uma mudança em relação ao que ocorria na Europa nos anos 90 é o ex-jogador Careca (Antônio de Oliveira Filho), 56 anos, que atuou no Napoli, da Itália, entre 1987 e 1993. Suas lembranças estão muito mais ligadas à rivalidade do esporte do que a ameaças de grupos fora dele, mesmo tendo jogado por anos em uma cidade onde atua a chamada Camorra, grupo mafioso.
— A rivalidade sempre existiu no mundo do futebol em todos os países, até com brigas. Deixei a Europa em 93, para ir jogar no Japão, e nunca vi nada dessas questões relacionadas a terrorismo durante minha permanência no Napoli.
Em relação ao ocorrido com a delegação do Borussia, em Dortmund, ele até prefere pensar que não se trata de um ato terrorista.
— Em qualquer hipótese, mesmo se for agressão de rivais, é lamentável. Mas só de pensarmos que tenha sido um ato terrorista já é um absurdo. Infelizmente o futebol na Europa, por ser tão popular, é um alvo atualmente. Ainda vou de vez em quando para lá, não vivo a rotina, mas acho que as pessoas em geral estão mais agressivas, com menos amor. Mas, de qualquer forma, não se pode recuar diante do terrorismo, a estratégia dos caras é essa e não dá para admitir. O futebol é muito maior do que isso e, se não peitarmos situações deste tipo, teremos de nos isolar.
Fonte: R7