Local do Sepultamento: Cemitério Jardim Parque da Esperança.
Faleceu em Patos de Minas, dia 31/12/2016 a.Sra. Maria de Lourdes Amorim Santos, aos 56 anos.
Deixa o esposo, Sebastião Elias dos Santos, os filhos, Sheila, Shirley, Janaina e Diogo, os genros, nora, netos, irmãos, cunhados e outros familiares.
Velório Príncipe da Paz, Rua Ouro Preto, 798 Bairro Várzea.
Local do Sepultamento: Cemitério Jardim Parque da Esperança.
Data do sepultamento: 12/1/2017
Horário do sepultamento: 16h00m
O motivo, de acordo com o coronel Bianchini, seria o tempo de serviço prestado.
O comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Marco Antônio Badaró Bianchini, pediu exoneração do cargo para o governador de Minas, Fernando Pimentel. O pedido foi feito nessa terça-feira (10), durante uma reunião entre o chefe da Polícia mineira e o governador.
O motivo, de acordo com o coronel Bianchini, seria o tempo de serviço prestado. “Já atingi os 31 anos de serviço prestado. Foram dois anos de muito trabalho a frente da corporação, agora é a vez de dar oportunidade a outros militares”, disse.
Bianchini comandou a PM por dois anos. Durante sua gestão realizou a modernização de viaturas, sistemas de monitoramento e vigilância, além de aumento de efetivo em todo o Estado. “A corporação sabe da importância que exerce frente à segurança no Estado. Este é o nosso maior legado”, reforça.
O coronel Hebert Figueiró (foto á esqeurda) é o nome mais cotado para assumir a chefia da corporação. “É um nome indicado por mim e de agrado do governador. Será um grande comandante”, completa.
A troca de comando está prevista para a próxima semana. Além da mudança do comando, está prevista a promoção para coronéis e mudança do comando de algumas unidades da Polícia Militar.
Fonte: Hoje em DIa foto: Patrocínio Online Arquivo e ASSFAPOM
A lepra desapareceu e o homem ficou curado
Aproximou-se dele um leproso, suplicando-lhe de joelhos: "Se queres, podes limpar-me”. Jesus compadeceu-se dele, estendeu a mão, tocou-o e lhe disse: "Eu quero, sê curado”. E imediatamente desapareceu dele a lepra e foi purificado. Jesus o despediu em seguida, com esta severa admoestação: "Vê que não o digas a ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote e apresenta, pela tua purificação, a oferenda prescrita por Moisés para lhe servir de testemunho”. Este homem, porém, logo que se foi, começou a propagar e divulgar o acontecido, de modo que Jesus não podia entrar publicamente em uma cidade. Conservava-se fora, nos lugares despovoados; e de toda parte vinham ter com ele.
Evangelho de hoje: Mc 1,40-45
Após alta em número de casos suspeitos notificados no interior de Minas Gerais pesquisadores temem risco de doença chegar a centros urbanos

O aumento de casos de febre amarela silvestre (transmitida em regiões rurais e de mata) em Minas Gerais pode ser um surto cíclico da doença, como o já observado em 2009. Mesmo assim, o país corre risco de ver um retorno dela às áreas urbanas, avaliam pesquisadores.
Desde o início de janeiro, 23 casos suspeitos foram notificados no interior de Minas Gerais — 14 deles levaram à morte dos pacientes. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, 16 deles são considerados prováveis, após exames apontarem a presença do vírus, mas ainda estão sendo investigados.
No interior de São Paulo, uma morte foi confirmada como causada pela febre amarela silvestre em dezembro, a primeira desde 2009.
"Já esperávamos um surto maior da febre amarela silvestre, mas devemos nos preocupar, sim. Estamos sentados em uma bomba-relógio", disse à BBC Brasil o epidemiologista Eduardo Massad, da USP.
"Precisamos entender o risco de reintrodução de febre amarela urbana, o que seria uma enorme tragédia, talvez maior do que zika, dengue e chikungunya juntas - porque ela mata quase 50% das pessoas que não são tratadas."
A febre amarela é considerada endêmica nas regiões rurais e de mata do Brasil, onde é transmitida por mosquitos de espécies diferentes, como o Haemagogus e o Sabethes, para macacos e, ocasionalmente, para humanos não vacinados. Mas não há registro de casos em áreas urbanas — onde o vetor é o mosquito Aedes aegypti — desde 1942.
O Ministério da Saúde notificou a OMS (Organização Mundial da Saúde) dos casos, seguindo recomendação do Regulamento Sanitário Internacional de informar à organização ocorrências importantes de saúde pública.
Em 2016, o Brasil teve seis casos da doença confirmados, segundo o governo. O último surto da febre amarela silvestre ocorreu entre 2008 e 2009, quando 51 ocorrências foram confirmadas.
A pasta também afirmou que enviou duas equipes e cerca de 285 mil doses de vacina contra a febre amarela para Minas Gerais para controlar a doença. Pessoas nas áreas onde há registro de casos serão vacinadas, e, em seguida, moradores de municípios vizinhos.
Em sua fase inicial, que dura de três a cinco dias, a febre amarela causa calafrios, febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço, perda de apetite, náuseas e vômitos. Em sua fase mais grave, a doença provoca hemorragias e insuficiência nos rins e no fígado, o que pode levar à morte.
Macacos
Atualmente, 15 municípios mineiros estão em situação de alerta para a febre amarela. Também estão sendo monitoradas cidades onde ainda não houve casos em humanos, mas que registraram mortes de macacos possivelmente causadas pela doença.
O monitoramento ocorre normalmente no Brasil todos os anos, especialmente entre dezembro e maio, considerado o período de maior probabilidade de transmissão da febre amarela.
A bióloga Marcia Chame, coordenadora da Plataforma Institucional de Biodiversidade e Saúde Silvestre na Fiocruz Rio, diz que as autoridades de saúde no Brasil já haviam percebido que os surtos extravasam o ambiente das florestas aproximadamente a cada sete anos e atingem mais seres humanos no interior do país.
"Este surto maior é cíclico e, por isso, já há atenção sobre isso. Isso tem relação com todas as atividades humanas que invadem a floresta. E no Brasil também temos um processo importante de perda de ambientes naturais", disse à BBC Brasil.
Segundo ela, o aumento das mortes de macacos - principais hospedeiros do vírus no ciclo de transmissão silvestre - é o principal indicativo de que o surto pode estar se aproximando das populações humanas.
"Desde 1940 não temos ciclos, no Brasil, de transmissão deste vírus pelo Aedes aegypti, só pelo Haemagogus. A morte de macacos perto de pessoas mostra que um ciclo que deveria estar limitado ao ambiente das matas está mais perto das áreas onde vivem humanos. E quando eles estão próximos, é mais fácil para o mosquito passar o vírus para uma pessoa", explica.
"Em 2009, no Rio Grande do Sul, as pessoas chegaram a matar os macacos, achando que eles transmitiam a doença, mas ele nos presta um serviço, porque é o sentinela. É importante notificar as autoridades dessas mortes."
Na Fiocruz, a equipe liderada por Chame tenta entender o que causa esses surtos de maior proporção na tentativa de evitar, também, que o vírus volte às cidades.
"Estamos modelando a ocorrência de febre amarela contra 7,2 mil parâmetros ambientais, climatológicos e outros, para tentarmos identificar que variáveis que causam isso, mas é muito complexo", explica.
"Elas acontecem em ambientes diferentes, com espécies de macacos e de mosquitos vetores diferentes. Precisamos que a população nos ajude a identificar esses animais e o que está ao redor dos locais onde são encontrados - empreendimentos imobiliários, construções."
O receio, diz ela, é que com a diminuição das áreas florestais, animais que foram infectados frequentem cada vez mais os centros urbanos em busca de alimento e abrigo. Lá, eles também poderiam ser picados pelo Aedes aegypti, abundante nas cidades brasileiras.
Retorno
Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas que moram ou têm viagem planejada para áreas silvestres, rurais ou de mata verifiquem se estão vacinadas contra a febre amarela. Em geral, a vacina passa a fazer efeito após um período de dez dias.
O risco de que moradores de áreas endêmicas e até ecoturistas contraiam o vírus e o levem para cidades maiores é a principal preocupação dos especialistas. Na verdade, eles ainda tentam descobrir por que isso não ocorreu até agora.
"Ainda é um desafio entender como a febre amarela não voltou para os centros urbanos, já que temos um grande número de pessoas que vão a áreas endêmicas para turismo ou a trabalho e voltam para cidades infestadas de Aedes aegypti", diz Eduardo Massad.
Reprodução/USP Para Eduardo Massad, um desafio é entender por que a doença ainda não voltou às cidades
O médico e pesquisador Carlos Brito, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), concorda. "Dizemos que a febre amarela só não voltou ainda às cidades porque Deus é brasileiro. É uma preocupação real."
Os pesquisadores tentam compreender se o Aedes aegypti teria, por exemplo, menos competência como vetor da febre amarela do que da dengue, da chikungunya e da zika, outros vírus da mesma família.
"Hoje os deslocamentos de pessoas pelo país são muito mais rápidos. Por isso, estes vírus se disseminam com mais facilidade. O fato de a febre amarela ainda não ter se disseminado no país todo é um alento, que dá expectativa de que não aconteça o mesmo que ocorreu com zika e chikungunya nos últimos dois anos", afirma Brito.
"Mas uma coisa é fato: se em 30 anos de dengue batemos recordes de números de casos em 2015 e em 2016, não é porque a população brasileira cresceu. Isso mostra que perdemos o controle do mosquito."
Vacina
O Ministério recomenda a vacina para pessoas a partir de nove meses de idade que vivem nas áreas endêmicas ou viajarão para lá e a partir dos seis meses, em situações de surto.
Segundo a pasta, todos os Estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender a todas as pessoas nestas condições.
Para Massad, no entanto, o governo deveria elaborar uma estratégia para ampliar a vacinação contra a febre amarela em todo o país, incluindo as zonas costeiras, onde estão alguns dos maiores centros urbanos, que não são consideradas endêmicas.
De acordo com o ministério, apenas os Estados de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da Área com Recomendação para Vacinação (ACRV) de febre amarela.
Mas enquanto ainda não se explica como o vírus se manteve fora das cidades durante os últimos 75 anos — mesmo com o aumento da infestação pelo Aedes aegypti — o pesquisador continua preocupado.
"A probabilidade de levar uma picada de Aedes aegypti no Rio durante o Carnaval é 99,9%. É inescapável. As pessoas ficaram preocupadas com Olimpíada, Copa do Mundo. Isso é besteira. Imagine se chega alguém com febre amarela no Rio no Carnaval."
Fonte:BBC Brasil
Crescimento acumulado do ano foi superior a 2015, registrando crescimento de 6,64%
O custo do metro quadrado construído no País chegou a R$ 1.027,30 em 2016, de acordo com o Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (11). Deste total, R$ 531,21 se referem aos gastos com materiais de construção e os outros R$ 496,09, com mão de obra.
A variação dos preços no mês de dezembro em comparação com o anterior foi de 0,49%. Os materiais de contruação sofreram aumento de 0,01%, enquanto a parcela de mão de obra apresentou variação de 1,02%.
Considerando cada uma das regiões do Brasil, o preço do metro quadrado da construção variou. Os valores são: R$ 1.038,92 (Norte); R$ 948,71 (Nordeste); R$ 1.073,62 (Sudeste); R$ 1.067,70 (Sul) e R$ 1.037,84 (Centro-Oeste).
O Paraná foi o estado que registrou a maior taxa no mês de dezembro de 2016 (4,48%). Neste local, o custo médio do metro quadrado é de R$ 1.056,92. Além disso, o Piauí é outra localidade brasileira que demonstrou altos índices: registrou o maior resultado acumulado no ano (9,2%).
O acumulado do ano de 2016 demonstrou crescimento em relação ao mesmo período de 2015. O ano terminou com a marca de 6,64% de aumento, enquanto 2015 registrou crescimento de 5,5%.
Fonte: R7 Folha Vitória - Cidades 3
Índice que mede alta dos preços ficou em 6,29% no ano passado. Limite do BC era de 6,5%
A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), fechou o ano de 2016 em 6,29%, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (11). O resultado ficou bem abaixo dos 10,67% registrados em 2015, maior nível em 13 anos.
Os preços aceleraram mais entre os produtos e serviços dos grupos saúde e cuidados pessoais (11,04%), educação (8,86%) e alimentação e bebidas (8,62%).
O IBGE ressaltou que, em 2016, a produção agrícola ficou 12% abaixo da colhida em 2015, o que colaborou para a alta da comida no ano passado. O grupo alimentação e bebidas tem peso de 25% nas despesas das famílias.
Os alimentos para consumo em casa subiram 9,36% e, para quem come fora de casa, os produtos e serviços estão 7,22% mais pesados no bolso do consumidor.
Entre os alimentos que mais subiram, o feijão-mulatinho foi o vilão de 2016, afinal mais que dobrou de preço em relação a 2015. Também colaboraram a tanjerina (74% mais cara), manteiga (alta de 55%), leite condensado (53%), farinha de mandioca (46%), banana-maça (41), creme de leite (38%), café moído (20%), arroz (16%), iogurte e bebidas lácteas (15%) e pão-de-queijo (15%).
Entre os itens de saúde e cuidados pessoais, destaque negativo para as mensalidades dos planos de saúde — 13,55% mais caras, maior variação desde 1997. Já a alta acumulada dos remédios (12,50%) foi a mais elevada desde 2000.
No grupo educação, os cursos regulares ficaram 9,12% mais pesados no bolso do consumidor. Entre as despesas pessoais, os custos com empregado doméstico subiram 10,27%.
Entre os transportes, subiram as tarifas com ônibus intermunicipal (11,78%), ônibus urbano (9,34%), metrô (9,14%), trem (8,45%), ônibus interestadual (7,66%), táxi (7,06%). Já as passagens aéreas foram a exceção, uma vez que fecharam o ano com queda de 4,88%.
Histórico da inflação
Em 2015, a inflação oficial ficou em 10,67% — a maior desde 2002, quando o IPCA encerrou aquele ano em 12,53%. Em 2014, o IPCA encerrou o ano em 6,41%.
O resultado ficou dentro do teto da meta estipulada pelo governo, de 6,5% ao ano. O alvo da meta é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, pode chegar a 2,5% ou atingir 6,5%.
Para 2017, o BCB (Banco Central do Brasil) manteve o centro da meta em 4,5%, mas a tolerância passa a ser de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, poderá chegar a 3% ou atingir 6%.
Fonte:R7
Nova droga estimularia regeneração extra dos dentes e já foi usada em testes para o tratamento de demência
Nova droga estimularia regeneração extra dos dentes e já foi usada em testes para o tratamento de demência
Uma equipe do King's College de Londres desenvolveu uma substância química que, em testes com ratos, estimulou células da polpa dental a taparem pequenos buracos nos dentes.
Para isso, uma esponja biodegradável embebida no produto foi colocada na cavidade.
Em um estudo publicado pela revista científica Scientifica Reports, a substância teve, segundo os cientistas, efeito reparativo "completo, eficaz e natural".
Dentes têm capacidade limitada de regeneração. Podem produzir uma pequena faixa de dentina - a camada abaixo do esmalte - se a polpa fica exposta, mas não podem consertar cavidades maiores. Isso é feito com obturações, em que dentistas usam um amálgama metálico ou um composto feito de vidro em pó e cerâmica.
Só que esses reparos frequentemente precisam ser substituídos ao longo da vida. Os pesquisadores, então, tentaram ampliar a capacidade regenerativa natural dos dentes - foi assim que descobriram a droga, chamada Tideglusib.
A substância aumentou a atividade de células-tronco na polpa dental dos ratos - elas conseguiram fazer reparos em buracos de 0,13mm nos dentes dos roedores.
"A esponja é biodegradável, isso é a chave", disse à BBC Paul Sharpe, um dos cientistas do King's College.
"O espaço ocupado pela esponja fica cheio de minerais enquanto a dentina regenera, então você não tem nada ali que possa falhar no futuro."
A equipe agora quer descobrir como conseguir aumentar o poder de ação da Tideglusib.
"Não acho que vamos esperar muito tempo. Tenho esperanças de que (o tratamento) estará comercialmente disponível em três a cinco anos", completou Sharp.
O campo da medicina regenerativa, que encoraja células a se dividir rapidamente para reparar danos, volta e meia desperta temores sobre o risco de câncer.
A Tideglusib altera uma série de sinais químicos nas células, o Wnt, algo que já foi ligado à ocorrência de alguns tipos de tumor. Mas a droga já foi usada em testes com pacientes humanos em pesquisas sobre demência.
"Os testes de segurança já foram feitos - e em concentrações bem maiores (da droga)", explica Sharpe.
Essa é apenas a mais recente abordagem em termos de reparos dentais. Outro grupo de cientistas do mesmo King's College estuda, por exemplo, o uso de eletricidade para reconstituir o esmalte com minerais.
Cálcio e fosfato produzidos por bactérias na boca contribuem para a perda de minerais pelos dentes - os pesquisadores conseguiram reverter esse efeito usando um coquetel de minerais conduzido por uma corrente elétrica de baixa intensidade.
O método foi batizado de Remineralização Eletricamente Acelerada e pode fortalecer os dentes, reduzindo cáries.
Curou muitas pessoas de diversas doenças
Dirigiram-se com Tiago e João à casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama, com febre; [...] Aproximando-se ele, tomou-a pela mão e levantou-a; imediatamente a febre a deixou e ela pôs-se a servi-los. À tarde, depois do pôr do sol, levaram-lhe todos os enfermos e possessos do demônio. [...] Ele curou muitos que estavam oprimidos de diversas doenças, e expulsou muitos demônios. [...] De manhã, [...] foi para um lugar deserto, e ali se pôs em oração. Simão e os seus companheiros [...] Encontraram-no e disseram-lhe: "Todos te procuram”. E ele respondeu-lhes: "Vamos às aldeias vizinhas, para que eu pregue também lá, pois, para isso é que vim”.
Evangelho de hoje: Mc 1,29-39
A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016.

Os estudantes poderão renovar os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a partir do dia 16 de janeiro, segundo o Ministério da Educação (MEC). Os aditamentos são feitos pela internet, no Sistema Informatizado do Fies (SisFies). A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro.
Os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades e, em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies. A partir do dia(9), as instituições de ensino superior devem cadastrar os dados dos estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Após essa etapa, os estudantes devem entrar no sistema e confirmar os dados. O prazo para as instituições inserirem os dados dos estudantes vai até o dia 30 de abril.
No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.
Evitar problemas
A abertura do SisFies para os aditamentos foi uma das primeiras medidas anunciadas este ano pelo Ministério da Educação (MEC). A intenção é evitar os problemas que ocorreram no ano passado. No segundo semestre de 2016, as renovações dos contratos, que geralmente ocorrem no início do semestre, só puderam ser feitas a partir de outubro, devido a atrasos de pagamentos. De acordo com o MEC, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões.
O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, mais de 2 milhões de estudantes participam do programa.
Fonte: Agência Brasil