






Sessenta anos de amor, fé e perseverança marcaram a celebração das Bodas de Diamante de Gasparino e Jeroni, realizada no sábado, 16 de maio, na Igreja Santa Luzia, em Patrocínio. A cerimônia reuniu familiares e amigos em um momento de emoção, gratidão e homenagens ao casal que construiu uma história inspiradora ao longo de seis décadas de união.
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A Santa Missa foi presidida pelo padre Geraldo Magela, que destacou, durante a homilia, a importância do sacramento do matrimônio como instrumento de santificação e fortalecimento do amor humano.
“O sacramento do matrimônio foi dado por Cristo à Igreja para santificação do casal, transformando o amor humano em sacramento e concedendo uma graça nova a cada dia. São 60 anos de muita luta, superação e, sobretudo, fé em Deus”, afirmou o sacerdote.
Padre Geraldo também ressaltou que a graça divina precisa ser acolhida e vivida pelo casal ao longo da caminhada matrimonial.



“É Deus quem dá a graça, mas é o casal que responde. É Deus quem concede o dom, mas são os dois que precisam colocá-Lo presente na vida. Os frutos dessa união podem ser vistos hoje no amor, na perseverança e na capacidade de lutar juntos pela construção do lar”, completou.




Após a homilia, o sacerdote consagrou a Eucaristia e o casal recebeu a comunhão em clima de profunda emoção.


Ao final da celebração, familiares prestaram homenagens relembrando momentos marcantes da trajetória dos dois.
Uma história iniciada ao som de um violão
A trajetória de Gasparino e Jeroni começou em 1964, durante uma festa na fazenda de João Lorindo. Em meio à celebração, Gasparino tocava violão quando chamou a atenção de Jeroni. O encanto foi imediato e aquele encontro simples no interior se transformaria no início de uma longa história de amor.
Meses depois, no dia 7 de setembro de 1964, data do aniversário de Gasparino, Jeroni foi até a casa dele para celebrar a ocasião. A partir daquele momento, os encontros se tornaram frequentes e o relacionamento foi oficializado.
Naquele tempo, o namoro seguia o ritmo tranquilo da época: os encontros aconteciam de 15 em 15 dias. Durante três anos, o casal fortaleceu os laços de companheirismo e confiança até decidir subir ao altar.
No dia 21 de maio de 1966, às 12h, Gasparino e Jeroni oficializaram a união no matrimônio religioso e civil, diante de Deus, familiares e amigos.
Hoje, seis décadas depois do “sim” definitivo, o casal celebra não apenas a longevidade da relação, mas também o legado construído ao longo dos anos. Da união nasceram seis filhos, 14 netos e oito bisnetos, frutos de uma família marcada pelo amor, pela fé e pela união.
As Bodas de Diamante simbolizaram mais do que a comemoração de um casamento duradouro: representaram a celebração de uma vida inteira dedicada ao companheirismo, à superação e à construção de um legado que atravessa gerações.