# Notícias Gerais

20 de Maio de 2017 às 10:05

“Que vergonha dos meus netinhos!”, diz placa em estátua de Tancredo Neves em MG

Escultura do avô de Aécio e Andrea em Neves fica São João del-Rei

A estátua de Tancredo Neves, em São João del-Rei (MG), ganhou uma placa depois do escândalo político que atingiu o Brasil nos últimos dias. A escultura que fica no centro da cidade em que o ex-presidente da República nasceu e em frente ao memorial que leva o seu nome está com um papel branco com os dizeres: "Que vergonha dos meus netinhos! Que vergonha".

A placa é uma forma de protesto após o neto de Tancredo Neves, Aécio Neves, ser citado na delação premiada dos irmãos Batista, donos do frigorífico JBS. O senador afastado do PSDB-MG foi gravado pedindo R$ 2 milhões para pagar a própria defesa na Lava Jato. A irmã de Aécio, Andrea Neves, foi presa na manhã desta quinta-feira (18) na região metropolitana de Belo Horizonte, por envolvimento no esquema.

Um primo de Aécio Neves também foi preso preventivamente pela Polícia Federal. Frederico Pacheco de Medeiros, conhecido como Fred, teria sido filmado recebendo R$ 2 milhões a mando de Joesley Batista.

Protesto em São João del-Rei

Nesta quinta-feira (18), moradores da cidade mineira queimaram um boneco do senador afastado durante uma manifestação pela sua prisão.

Fonte: R7

20 de Maio de 2017 às 09:59

Polícia de Maringá investiga venda de bebê por R$ 1,6 mil

Cada um dos envolvidos apresentou uma versão diferente na delegacia; bebê de quatro dias está em abrigo

A Polícia Civil de Maringá, na região noroeste do Paraná, abriu um inquérito para investigar a venda de um bebê recém-nascido em Sarandi, município da Região Metropolitana.

Um denunciante anônimo de Sarandi entrou em contato com a Polícia Militar e com o Conselho Tutelar na quinta-feira (18), informando que uma mulher da cidade teria vendido o filho por R$ 1,6 mil.

O Conselho Tutelar foi até o endereço passado na denúncia e conversou com a mãe. Ela confirmou ter parido recentemente, mas disse que a criança foi raptada na saída da maternidade por um casal. “O que é estranho é que ela teve alta do hospital há dois dias e ainda não tinha registrado nenhum boletim de ocorrência do rapto”, disse o coordenador institucional do Conselho Tutelar de Maringá, Carlos Bonfim.

De acordo com Bonfim, a mulher de 22 anos deu à luz um menino na última segunda-feira (15), na Santa Casa de Maringá. Mesmo sendo moradora de Sarandi, no cadastro do hospital ela deu um endereço de Maringá.

No endereço fornecido no cadastro, uma pessoa que não está envolvida no caso disse que conhecia o casal que estava com um bebê recém-nascido, e a Polícia conseguiu localizar o homem de 44 anos e a esposa dele, de 42.

Na quinta-feira, a Polícia Civil de Maringá reuniu todos os envolvidos na delegacia, e os três negaram que a venda do bebê. Porém, cada um deles apresentou uma versão diferente para o caso.

O homem de 44 anos afirma que a mãe do menino teria dito que ele é o pai e, por não ter condições de criar o bebê, pediu para que ele ficasse com o menino. Ele disse ainda não ter certeza de que o bebê é seu filho e que pretende fazer um exame de DNA. Antes disso, no entanto, ele havia afirmado que era mesmo o pai da criança.

A mãe biológica disse que o homem não é pai do menino e manteve a versão de que teve o filho roubado na maternidade.

Segundo o Conselho Tutelar, a mulher do suposto pai, se apresentou no hospital como tia da mãe e foi sua acompanhante durante o parto. Ela disse à polícia que ajudava a mulher com alimentos e dinheiro durante a gestação e afirmou ainda, que a mãe do bebê pediu para que ela e o marido cuidassem da criança depois do nascimento.

A Polícia Civil já solicitou a realização de exame de DNA. Depois de prestar depoimento, os três envolvidos foram liberados. Já o bebê, que está com quatro dias de vida, está em um abrigo de Maringá e aguarda o desfecho do caso.

Fonte: RIC MAIS 

20 de Maio de 2017 às 09:50

Aécio pressionou diretor da PF para ter acesso a investigações da Lava Jato

Ligação entre os dois foi obtida por um "grampo" colocado no celular do senador

O presidente licenciado do PSDB e senador, Aécio Neves (MG), pressionou o diretor-geral da PF (Polícia Federal), Leandro Daiello Coimbra, ter acesso ao conteúdo das investigações da Operação Lava Jato. A conversa entre os dois foi interceptada por um grampo colocado no celular do tucano.

A ligação de Aécio para Daiello tem três minutos e 43 segundos e foi registrada no dia 26 de abril de 2017. No contato, o senador pede para se encontrar com o diretor da PF para acessar processos, autos e depoimentos de ação contra ele na Lava Jato.

Segundo o tucano, o delegado que cuida do caso “se negou a entregar a defesa a cópia do depoimento que ele já tinha colhido “.

Após a solicitação do senador, Daiello confirma a possibilidade de encontro. Aécio então diz que quem iria se encontrar com ele seria seu advogado Alberto Zacharias Toron.

Depois de combinarem a reunião, Aécio pede uma conversa pessoal com Daiello para falarem a respeito da previdência. Eles confirmam o encontro para às 16h daquele dia no gabinete do diretor. “Tá todo mundo aqui lhe esperando”, finaliza Daiello.

Leia a íntegra do telefonema:

AÉCIO - Aló?
MNI - Dr. DAIELLO na linha. Tô passando.
LEANDRO DAIELLO - Alóoo?
AÉCIO - Dr. LEANDRO, tudo bem?
LEANDRO DAIELLO - Bom dia! Como está Senador?
AÉCIO - Você vai ter que mudar esse cafezinho nosso pra...
LEANDRO DAIELLO - Opa!!
AÉCIO - Você teve notícias de ontem? Tentei até lhe falar à note.
LEANDRO DAIELLO - Tô ouvindo. Tô ouvindo.
AÉCIO - Você teve notícias do que ocorreu ontem? ou não?
LEANDRO DAIELLO - Não.
AÉCIO - Depois você tinha que arranjar um horário de uns quinze minutos, pra... pra eu dizer lhe falar pessoalmente.
LEANDRO DAIELLO - Eu estou a sua disposição aqui.
AÉCIO - Uma hora que você... que eu pudesse dar um pulo ai. Pelo seguinte, contudo é.. é.. na verdade.... pela súmula 14 que faculta a defesa ao acesso, né? Ao processo, aos autos, aos depoimentos, o Delegado se negou a entregar a defesa, ontem, a cópia do depoimento que ele já tinha colhido, tá?
LEANDRO DAIELLO - Tá.
AÉCIO - Mas é uma coisa que afronta a lei, inclusive. Você essa súmula que determina que a defesa tenha acesso, né? Aos demais depoimentos, aos autos do processo, enfim... e o Toron que é o meu advogado que te conhece.
LEANDRO DAIELLO - Sim, conheço o Toron. É um bom advogado.
AÉCIO - Ele tá até ai. Ele tá indo ai no meu lugar, porque o que aconteceu. Como ele não quis nos dar acesso, uma coisa absolutamente absurda! Que mostra um pouco aquilo que já percebíamos. Nós fizemos uma reclamação no Supremo que obviamente concedeu o direito de que eu tenha acesso. ahhh.... aos demais depoimentos já colhidos.
LEANDRO DAIELLO - Tá.
AÉCIO - Já colhidos, que é natural que quando eu vá depor eu saiba, né? O que os outros já falaram. A coisa mais óbvia do mundo. E ele negou-se a isso, então... então o juiz relator éeeee.... pediu adiamento de pelo menos de quarenta e oito horas. Terminou que ele entregue a defesa os depoimentos já recolhidos, então isso ficou adiado. Eu quero fazer ainda nessa semana. Eu quero fazer até sexta-feira. Agora...
LEANDRO DAIELLO - Eu vou fazer o seguinte Senador. Dr. Toron tá vindo aqui?
AÉCIO - Deve tá chegando com o Dr. Alckmin ai agora. Já deve estar ai.
LEANDRO DAIELLO - Eu converso com eles aqui e já resolvo e ai a gente vê e já remarca, pode ser?
AÉCIO - Pode ... faça isso então! Localize ele ai.
LEANDRO DAIELLO - Então eu já... já vou.... O Dr. Toron já é membro desde São Paulo.
AÉCIO - É isso, ele me falou muito bem éeee.... do senhor lá, até por em razão do que está por vir ainda, entendeu? Depois... Depois me concede uma audiência para nós falarmos de previdência por uns vinte minutos... Veja ai com a sua agência.
LEANDRO DAIELLO - O senhor manda Senador. Só me fala o horário.
AÉCIO - Me fala o horário para que eu possa dar um pulo de vinte minutos ai.
LEANDRO DAIELLO - Eu não falo. O senhor só me diga o dia e horário e eu vou dar um jeito de lhe atender.
AÉCIO - Me atenda ai hoje no meio da tarde. Pode ser?
LEANDRO DAIELLO - No meio da tarde. O senhor só me liga e eu vou abrir a agenda e ficar o dia inteiro lhe esperando.
AÉCIO - Me fale.. me fale o horário ai que é quinze minutos sobre coisa da previdência. Que horário?
LEANDRO DAIELLO - A hora que o senhor quiser.
AÉCIO - Quatro horas, pode ser bom?
LEANDRO DAIELLO - Quatro horas tá combinado.
AÉCIO - Eu vou quatro no teu gabinete quatro hora hoje. Um grande abraço.
LEANDRO DAIELLO - Tá... tá todo mundo aqui lhe esperando. Abraço.
AÉCIO - Abraço.

Fonte:R7

20 de Maio de 2017 às 09:43

Evangelho do Dia

Não sois do mundo, porque eu vos escolhi e apartei do mundo.

"Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: O servo não é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também vos hão de perseguir. Se guardaram a minha palavra, hão de guardar também a vossa. Mas vos farão tudo isso por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou”.

Evangelho de hoje: Jo 15,18-21

19 de Maio de 2017 às 08:20

Evangelho do Dia

Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros.

"Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros”.

Evangelho de hoje: Jo 15,12-17

19 de Maio de 2017 às 08:11

Filmado recebendo mala de dinheiro, deputado Rodrigo Rocha Loures chega ao Brasil

Parlamentar paranaense, indicado por Temer para resolver questão entre Petrobras e JBS, segundo reportagem do 'O Globo' desembarcou em Guarulhos na manhã desta sexta.

O deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), indicado pelo presidente Michel Temer para resolver uma disputa relativa ao preço do gás fornecido pela Petrobras à termelétrica do grupo JBS, segundo reportagem de 'O Globo' chegou ao Brasil na manhã desta sexta-feira (19).

Loures estava em Nova York acompanhando o evento Person of The Year, no qual o prefeito de São Paulo João Doria foi premiado, e desembarcou no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, às 7h30, uma hora depois de o avião pousar.

No saguão do aeroporto, ele foi chamado de "ladrão", "bandido" e algumas pessoas pediram "cadeia". Ele não quis gravar entrevista e nem dizer para onde vai.

Entenda as suspeitas contra o deputado federal Rodrigo Rocha Loures:

Na quarta-feira (17), o jornal 'O Globo' divulgou reportagem que aponta que o presidente Michel Temer indicou Rocha Loures para resolver uma disputa relativa ao preço do gás fornecido pela Petrobras à termelétrica do grupo JBS.

A reportagem relata que o dono da JBS marcou um encontro com Rocha Loures em Brasília e contou sobre sua demanda no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Pelo serviço, segundo 'O Globo', Joesley ofereceu propina de 5% e o deputado deu o aval.

De acordo com documentos da investigação obtidos pela TV Globo, o deputado federal foi filmado pela PF recebendo uma bolsa com R$ 500 mil enviados por Joesley, após combinar pagamento semanal no mesmo valor pelo período de 20 anos. Conforme o relatório, o valor semanal poderia chegar a R$ 1 milhão se o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), valor fixado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em R$/MWh , para a comercialização da energia, ultrapassasse R$ 400.

Segundo 'O Globo', Loures teria telefonado para o presidente interino do Cade, Gilvandro Araújo, para interceder pelo grupo. O Cade informou, em nota, que a área técnica da Superintendência Geral recomendou a instauração, inicialmente, de Procedimento Preparatório e, posteriormente, de Inquérito Administrativo, procedimentos padrão para apurar denúncias anticoncorrenciais. Veja a íntegra da nota do Cade no fim da reportagem.

A entrega de R$ 500 mil para Rocha Loures, feita por Ricardo Saud, diretor da JBS, ocorreu em São Paulo. Depois de passar por três endereços em um mesmo encontro (um café em um shopping, um restaurante e uma pizarria), Loures deixa a pizzaria levanda uma mala preta com o dinheiro.

Conversas entre o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) e Ricardo Saud, diretor da JBS, revelam qual era o entendimento do parlamentar sobre o impacto das denúncias e das investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) contra ministros do governo Michel Temer.

Em uma das conversas de Rocha Loures com Saud, o deputado concorda em apresentar uma prévia do relatório da Medida Provisória do Refis, que ainda não era público, para o diretor da JBS. Na conversa, os dois falam sobre esconder o que a JBS queria no texto incluindo os pontos como sugestão da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Fonte: G1 São Paulo Fotos: Globo News

18 de Maio de 2017 às 12:06

Introdução do Auto Conhecimento: Workshop Teórico e Prático

Inscrições e informações 9.9168-2736 e 9.8838-9868

 

18 de Maio de 2017 às 10:57

Vídeo: Molon protocola pedido de impeachment contra Temer

Deputado afirma que Congresso não tem condições para realizar eleições indiretas

O deputado federal Alessandro Molon (Rede) protocolou primeiro pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer. O parlamentar publicou a informação em sua página do Facebook. 

Temer teria dado aval para pagamento de propina à Cunha para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados. 

Molon diz que Congresso não é capaz de realizar eleições indiretas. 

— Não há outra solução política ou constitucional razoável que não as eleições diretas para presidente da República. Não há fundamentos que justifiquem que este Congresso no meio de tantas suspeitas e investigações possa fazer uma eleição indireta.

O pedido de impeachment protocolado por Molon diz que "diante da gravidade dos fatos, é imprescindível a instalação de processo de impeachment para apurar o envolvimento direto do Presidente da República para calar uma testemunha".

Fonte: R7

 

18 de Maio de 2017 às 23:17

Relator da Lava Jato mandou afastar Aécio do mandato de senador e decide enviar ao plenário do STF pedido de prisão

Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

 

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar monocraticamente o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.

No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Até o meio da manhã, o STF ainda não havia anunciado quando será julgado o pedido de prisão. Na pauta oficial de julgamentos, permaneciam marcadas somente ações relacionadas a aposentadoria de servidores. É possível, porém, que Fachin peça à presidente do STF, Cármen Lúcia, para julgar o pedido fora da pauta, em razão da urgência do pedido da PGR.

Fonte: G1 continue lendo aqui

Foto El País/Afonso Benites