# Notícias Gerais

20 de Março de 2017 às 14:11

"É uma idiotice", diz ministro sobre papelão em carne

Blairo Maggi também criticou narrativa da Polícia Federal sobre investigação

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, criticou neste domingo (19) a "narrativa" da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal. Maggi reclamou que o Ministério da Agricultura não foi consultado e disse que poderia ter esclarecido pontos que foram considerados irregulares pela PF, mas são práticas do setor.

"Em função da narrativa é que se criou grande parte dos problemas que temos hoje", afirmou. Após a entrevista, Maggi disse que não ficaria "batendo boca" com a PF via imprensa.

Ele citou um áudio sobre papelão e disse que ficou claro que se tratava de embalagem, e não que o material seria misturado à carne, como indicou a polícia.

"É uma idiotice. As empresas gastaram milhões de dólares para conquistar mercados, e vão misturar papelão?", questionou.

Maggi também citou outro áudio que mostra um dono de frigorífico adquirindo carne de cabeça de porco para usar em linguiça. "Carne de cabeça de porco pode ser utilizada em determinados porcentuais, em determinados produtos. Está no regulamento", completou.

Maggi disse que o governo respeita as investigações, mas que questionou a PF porquê de o Ministério da Agricultura não estar presente nas investigações.

"Por que não estávamos presentes para dizer que cabeça de porco pode ser utilizada ou que ácido ascórbico é vitamina C?", afirmou. De acordo com o ministro, a PF explicou que a Agricultura era parte da investigação, por isso não foi consultada, mas que a investigação agora terá o apoio técnico da pasta.

Maggi disse estar preocupado com a repercussão da operação em relação aos mercados importadores.

"Uma atuação forte de países impedindo o recebimento de mercadorias significaria crise muito grande, por isso nosso apelo a embaixadores e os esclarecimentos de que estamos trabalhando muito fortemente para resolver esses assuntos", acrescentou.

De acordo com o ministro e representantes do Itamaraty, não houve suspensão de importação por nenhum país e não houve referência a isso na conversa com os embaixadores. O presidente Temer também não abordou a questão na conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, ontem por telefone.

O Ministério da Agricultura se comprometeu a informar os nomes de empresas investigadas que exportaram nos últimos meses, quais os produtos e por onde as mercadorias circularam. "Os levantamentos iniciais que nós temos é que pouquíssimas empresas tiveram movimentação nos últimos 60 dias", completou.

Maggi disse ainda que serão verificados os motivos para trocas de fiscais em determinadas plantas, apontadas pela PF como indicativos de corrupção. Uma das acusações é que fiscais que começavam a "apertar" a fiscalização eram trocados de locais. De acordo com o ministro, há mais de um ano já não é possível trocar os fiscais sem cumprir uma série de regras.

Outro ponto que será verificado é saber se toda a cadeia ligada aos frigoríficos suspeitos está sendo alvo de fiscalização e se todos os procedimentos estão sendo cumpridos. "Poderíamos tomar medida mais drásticas de interditar todas as plantas, mas o efeito na cadeia seria muito grande", afirmou.

20 de Março de 2017 às 15:21

Funerária São Pedro e Príncipe da Paz informam: falecimentos em Patos de Minas

Falecimentos dia 19 de Março

Faleceu em Patos de Minas dia 19/03/2017, Kauan Matheus Pereira da Silva com 2 anos de idade.

Deixa os pais: Wemerson dos Reis Silva e Luciana Pereira de Sousa, os avós, tios e demais familiares.

Velório: Príncipe da Paz  na Rua Ouro Preto, 798 b. Várzea em Patos de Minas

Local do sepultamento: Cemitério Parque da Esperança em Patos de Minas

Data do sepultamento: 19/03/2017

Horário: as 10h00min horas.


Faleceu em Patos de Minas dia 19/03/2017, Mathilde Mendes Cesar com 73 anos de idade.

Deixa os filhos: Miria, Meire, Elaine e Marcio, os genros, nora, netos, irmãos e demais familiares.Velório: Príncipe da Paz  na Rua Ouro Preto, 798 b. Várzea em Patos de Minas

Local do sepultamento: Cemitério Parque da Esperança em Patos de Minas

Data do sepultamento: 19/03/2017

Horário: as 17h00min horas.


Faleceu em Patos de Minas dia 19/03/2017, Candida Braz com 77 anos de idade.

Deixa os filhos: Willer Lopes (radio clube 99) e Uilma Braz, os netos: Melina Naya, Diogo Almeida e Willer Silveira, bisnetos, irmãos e demais familiares. 

Local do sepultamento: Cemitério Parque da Esperança em Patos de Minas

Data do sepultamento: 19/03/2017
 

20 de Março de 2017 às 09:18

Evangelho do Dia

José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo. Eis como nasceu Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava des-posada com José. Antes de coabitarem, aconteceu que ela concebeu por virtude do Espírito Santo. José, seu esposo, que era homem de bem, não querendo di-famá-la, resolveu rejeitá-la secretamente. Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: "José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus”.

Evangelho de hoje: Mt 1,16.18-21.24a ou Lc 2,41-51a

18 de Março de 2017 às 11:32

Funerária São Pedro e Príncipe da Paz informam: Faleceu em Quintinos (MG) .Sr. Wesley Silva Martins aos 33 anos.

Sepultado: dia 18/03/2017

Faleceu em Quintinos dia 14/03/2017, o Sr. Wesley Silva Martins aos 33 anos.

Deixa a esposa: Fernanda, os filhos: Lavínia e Warley Junior, os pais: Arlindo Antônio e Albertina Mendes da Silva, os irmãos: Luciene, William e Warley, tios, cunhados e demais familiares.  

Velório: Príncipe da Paz, rua Ouro Preto, 798 B. Várzea Patos de Minas

Local do sepultamento: Cemitério Santa Cruz 

Data do sepultamento: dia 18/3/2017 horário: às 09h00 horas.

18 de Março de 2017 às 08:22

Evangelho do Dia

Este teu irmão estava morto e tornou a viver.

"Um homem tinha dois filhos. O mais moço disse a seu pai: Meu pai, dá-me a parte da herança que me toca. O pai então repartiu entre eles os haveres. Poucos dias depois, ajuntando tudo o que lhe pertencia, partiu o filho mais moço para um país muito distante, e lá dissipou a sua fortuna [...] sobreveio àquela região uma grande fome [...]. Estava ainda longe, quando seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, o abraçou e o beijou. O filho lhe disse, então: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti [...]. Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. [...] Este meu filho estava morto, e reviveu [...]”.

Evangelho de hoje: Lc 15,1-3.11-32

19 de Março de 2017 às 14:25

Empresas "maquiavam" carne vencida e subornavam fiscais de ministério, diz PF

PF descobriu que os frigoríficos envolvidos no esquema criminoso "maquiavam" carnes vencidas com ácido ascórbico e as reembalavam para conseguir vendê-las

Ao longo das investigações que culminaram na Operação Carne Fraca, deflagrada hoje (17) de manhã, a Polícia Federal (PF) descobriu que os frigoríficos envolvidos no esquema criminoso "maquiavam" carnes vencidas com ácido ascórbico e as reembalavam para conseguir vendê-las. As empresas, então, subornavam fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que autorizassem a comercialização do produto sem a devida fiscalização. A carne imprópria para consumo era destinada tanto ao mercado interno quanto à exportação.

“Tudo isso nos mostra que o que interessa a esses grupos corporativos na área alimentícia é, realmente, um mercado independente da saúde pública, independente da coletividade, da quantidade de doenças e da quantidade de situações prejudiciais que isso [a prática criminosa] causa”, afirmou o delegado federal Maurício Moscardi Grillo, em entrevista coletiva no fim da manhã, na sede da PF em Curitiba. Também participaram da coletiva o superintendente da corporação, Rosalvo Ferreira Franco, o delegado Igor Romário de Paula e o auditor da Receita Federal Roberto Leonel de Oliveira Lima.

Algumas das maiores empresas do ramo alimentício do país estão na mira da operação, entre as quais a JBS, dona de marcas como Big Frango e Seara, e a BRF, detentora das marcas Sadia e Perdigão. A Justiça Federal no Paraná (JFPR) determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das empresas investigadas, que também são alvo de parte dos mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e busca e apreensão expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba.

Moscardi disse ainda que parte do dinheiro pago aos agentes públicos abastecia o PMDB e o PP. A Polícia Federal não identificou, no entanto, os políticos beneficiados pelo esquema, nem a ligação entre os funcionários do Ministério da Agricultura e esses partidos. “Não foi aprofundado porque o nosso foco era a saúde pública, a corrupção e a lavagem de dinheiro”, explicou o delegado.

A PF também informou ter interceptado um telefonema entre o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, e o ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná Daniel Gonçalves Filho – um dos investigados pela corporação. A Polícia Federal informou que não identificou, no entanto, ação criminosa por parte de Serraglio, que à época do telefonema era deputado federal. “Por cautela, no entanto, foi necessário fazer esse informe aqui para não sermos questionados”, disse Moscardi.

Investigação

A Operação Carne Fraca é resultado de dois anos de investigações e foi divulgada pela PF como a maior realizada na história da corporação. Mais de 1,1 mil policiais federais cumprem 309 mandados em sete unidades federativas: São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Além das empresas que participavam do esquema, a operação tem como alvo os fiscais do Ministério da Agricultura que se beneficiaram do recebimento de propina e de vantagens pessoais para liberar a venda da carne imprópria para consumo.

Além do repasse de dinheiro, os agentes públicos recebiam como propina produtos alimentícios das empresas, segundo a PF. Alguns, inclusive, já estariam começando a reclamar da qualidade dos alimentos que ganhavam para fazer vista grossa na fiscalização.

O delegado Maurício Moscardi ressaltou que a responsabilidade pelos atos criminosos é compartilhada por empresários e agentes públicos. “Não havia uma relação de extorsão, mas sim de benefício e de alimentação mútua entre eles. Os empresários também incentivavam e se sentiam próximos desse esquema; eram corruptores”, afirmou.

Dentro do Ministério da Agricultura, a PF descobriu que os funcionários envolvidos promoviam remoções (transferências) de fiscais para garantir a continuidade do esquema criminoso. A investigação começou, inclusive, depois que um fiscal se recusou a ser removido ao descobrir fraudes em uma das empresas envolvidas.

O outro lado

Um dos alvos da Operação Carne Fraca, o grupo JBS destaca, em nota oficial, que adota “rigorosos padrões de qualidade” para garantir a segurança alimentar de seus produtos. “A companhia repudia veementemente qualquer adoção de práticas relacionadas à adulteração de produtos – seja na produção e/ou comercialização – e se mantém à disposição das autoridades com o melhor interesse em contribuir com o esclarecimento dos fatos”, diz o texto.

Segundo a empresa, a ação deflagrada hoje atingiu três unidades da companhia – duas no Paraná e uma em Goiás. A JBS ressalta que “não há nenhuma medida judicial contra os seus executivos”.

Também em nota oficial, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, diz que, diante dos fatos narrados na operação, decidiu cancelar a sua licença de 10 dias do ministério. "Estou coordenando as ações, já determinei o afastamento imediato de todos os envolvidos e a instauração de procedimentos administrativos", informou. "Todo apoio será dado à PF nas apurações. Minha determinação é tolerância zero com atos irregulares no ministério", acrescentou.

Segundo Blairo Maggi, a apuração da PF indica que os envolvidos no esquema ilegal praticaram "um crime contra a população brasileira", que deve ser punido "com todo rigor". "Muitas ações já foram implementadas para corrigir distorções e combater a corrupção e os desvios de conduta, e novas medidas serão tomadas." Para o ministro, no entanto, é preciso separar "o joio do trigo" durante as investigações.

O Ministério da Justiça também divulgou nota depois que a operação foi deflagrada. O texto afirma que a menção ao nome de Osmar Serraglio na investigação é uma prova de que o ministro não vai interferir no trabalho da Polícia Federal. “A conclusão, tanto do Ministério Público Federal quanto do juiz federal, é que não há qualquer indício de ilegalidade nessa conversa degravada”, ressalta a nota.

O PMDB, citado pela PF como suposto beneficiário de parte da propina, diz que “desconhece o teor da investigação, mas não autoriza ninguém a falar em nome do partido”. O PP, também apontado pela investigação como destinatário do dinheiro, ainda não se manifestou sobre o assunto.

Repercussão

No final da manhã, a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) emitiu nota oficial assinada pelo presidente da instituição, João Martins da Silva Júnior. No texto, a entidade defende a apuração dos fatos envolvendo frigoríficos e fiscais agropecuários e que, uma vez comprovados, possam levar à punição exemplar dos envolvidos.

A nota da CNA diz ainda que os produtores rurais brasileiros têm dado “grande contribuição ao desenvolvimento nacional” e afirma não ser justo que eles tenham a imagem “maculada pela ação irresponsável e criminosa de alguns”.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários diz que apoia a ação da Polícia Federal. "A operação está alinhada aos objetivos  de auditores fiscais federais agropecuários no sentido de aprimorar a inspeção de produtos de origem animal no Brasil". Segundo o sindicato, as denúncias constam de processo administrativo que tramita no Ministério da Agricultura desde 2010.

Veja abaixo a íntegra do processo e o despacho da Justiça Federal:

Parte 1

Parte 2

*Texto ampliado às 14h56

Fonte: Daniel Isaia - Correspondente da Agência Brasil

18 de Março de 2017 às 09:48

Vacinação contra a Febre Amarela será reforçada em Araxá neste sábado

A campanha é somente para quem ainda não foi vacinado e é importante a apresentação do Cartão de Vacinação.

A Prefeitura de Araxá, através da Secretária de Saúde, convida toda a população para a campanha de vacinação contra a Febre Amarela, neste sábado, dia 18, das 8h às 17h.

A campanha é somente para quem ainda não foi vacinado e é importante a apresentação do Cartão de Vacinação.

Confira as unidades participantes:

Unisa - Unileste - Unisul - Uninorte - Unioeste

Unicentro - Uninordeste - Centro de Vacinação

Postos de Saúde dos bairros Santa Luzia, Pão de Açúcar e Abolição.

Em levantamento feito pela Secretária de Saúde foi constatado que já foram vacinadas no município um total de 22.335 pessoas que, portanto estão imunizadas. A vacina continua sendo oferecida também na zona rural de Araxá.

Com informações da PMP Araxá (MG)

17 de Março de 2017 às 13:08

Polícia Federal acha carne podre e cumpre 38 prisões em operação

O Estado de Minas Gerais também é alvo da Operação

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta (17) a Operação Carne Fraca, que investiga uma suposta organização criminosa formada por fiscais agropecuários federais e empresas do agronegócio.

Alguns dos principais frigoríficos do país, como JBS, BRF e Sadia, estão na mira da operação. A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão.

Cerca de 1.100 policiais federais cumprem 309 mandados, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso.

As ordens judiciais foram expedidas pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba e estão sendo cumpridas em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.

A investigação revelou até mesmo o uso de carnes podres, maquiadas com ácido ascórbico, por alguns frigoríficos, e a re-embalagem de produtos vencidos.

Segundo a PF, essa é a maior operação já realizada na história da instituição. Em nota, a PF afirma que detectou em quase dois anos de investigação que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás atuavam para proteger empresas, prejudicado o interesse público.

O esquema funcionava por meio de agentes públicos que se utilizavam do poder de fiscalização para cobrar propina e, em contrapartida, facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização. Dentre as ilegalidades praticadas pela suposta quadrilha está a remoção de agentes públicos com desvio de finalidade para atender interesses dos grupos empresariais.

O nome "Carne Fraca" da operação faz alusão à conhecida expressão popular em sintonia com a própria qualidade dos alimentos fornecidos ao consumidor por grandes grupos corporativos do ramo alimentício.

A expressão popular também mostra "a fragilidade moral de agentes públicos federais que deveriam zelar e fiscalizar a qualidade dos alimentos fornecidos a sociedade", segundo a PF.

Segundo a PF, o objetivo é desarticular uma organização criminosa liderada por fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, que, com o pagamento de propina, facilitavam a produção de produtos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização.

Com informações da Folhapress.

17 de Março de 2017 às 08:40

Evangelho do Dia

Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo!

"Havia um pai de família que plantou uma vinha. Cercou-a com uma sebe, cavou um lagar e edificou uma torre. E, tendo-a arrendado a lavradores, deixou o país. Vindo o tempo da colheita, enviou seus servos aos lavradores para recolher o produto de sua vinha. Mas os lavradores agarraram os servos, feriram um, mataram outro e apedrejaram o terceiro. [...] Enfim, enviou seu próprio filho, dizendo: Hão de respeitar meu filho. Os lavradores, porém, vendo o filho, disseram uns aos outros: Eis o herdeiro! Matemo-lo e teremos a sua herança! Lançaram-lhe as mãos, conduziram-no para fora da vinha e o assassinaram [...]”.

Evangelho de hoje: Mt 21,33-43.45-46